Faixa ofensiva à diretoria no empate contra o Grêmio deve levar Ponte Preta ao banco dos réus
Ela era ofensiva à direção do clube, com dizeres bem claros, porém, com razões e motivos desconhecidos.
Uma faixa com dizeres agressivos e ao mesmo tempo sem nenhum tipo de explicação, apareceu de forma misteriosa no estádio Moisés Lucarelli, domingo, no empate entre Ponte e Grêmio
Campinas, SP, 24 (AFI) – Uma faixa com dizeres agressivos e ao mesmo tempo sem nenhum tipo de explicação, apareceu de forma misteriosa no estádio Moisés Lucarelli, domingo, no empate sem gols entre Ponte Preta e Grêmio, pela abertura do returno do Campeonato Brasileiro. Ela era ofensiva à direção do clube, com dizeres bem claros, porém, com razões e motivos desconhecidos.

A faixa foi erguida no começo do segundo tempo na parte central da geral, onde fica postada normalmente a TORCIDA JOVEM, uma das organizadas da Macaca. E depois, ao final do jogo, os torcedores pararam de cantar e levantaram a faixa de novo.
Onde está a faixa? Quem a fez? Por quê?
São perguntas que ninguém respondeu. Por isso, foram criadas suposições que ganharam espaços nas redes sociais (Veja a foto abaixo) e na Imprensa esportiva local de Campinas.

AS POSSIBILIDADES
Por dedução, prostituta é aquela mulher que se vende. No caso por sexo. E a diretoria teria se vendido por ter mandando o jogo contra o Palmeiras para a Arena Pantanal, no qual a Macaca perdeu por 2 a 0, mas ganhou R$ 1 milhão dos promotores do evento.
E o protesto também teria ligação com as negociações de jogadores em pleno Brasileirão, como as saídas do meia Renato Cajá, inicialmente mais sentida, mas já quase superada; do atacante Rildo, que acabou indo para o Corinthians, onde não vai jogar.
O meia Roni, de discutível capacidade técnica, foi para o México, enquanto o volante Alef, que estava emprestado no Olympique de Marselha, da França, acabou negociado com o Braga de Portugal, no que parece ser uma conhecida triangulação (ele deve ir para algum grande clube). Enquanto isso, o inofensivo volante Paulinho foi para o Criciúma, da Série B do Brasileiro.
Outro motivo do protesto teria sido o claro desejo da direção em deixar de lado a Copa Sul-Americana para focar na manutenção do time dentro do Brasileirão. Tudo por conta do trauma causado em 2013, quando o clube se focou na Sul-Americana (sendo vice-campeã ao perder do Lanús da Argentina) e caiu para a Série B. Foi na época uma decisão arriscada e polêmica e que, depois, gerou um prejuízo calculado em R$ 50 milhões, pela falta das receitas vindas das transmissões de televisão e também de patrocinadores.
PUNIÇÃO À VISTA
Enquanto o caso não está esclarecido, o certo é que a Ponte Preta foi citada na súmula da arbitragem, que notou a faixa erguida aos 10 minutos do segundo tempo. O caso será denunciado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, mas segundo Giuliano Guerreiro, diretor jurídico do clube, não há risco de perda de mando de campo.
“Com certeza vamos sofrer alguma advertência ou multa”, explicou.

Segundo a diretoria, todas as transações foram feitas para cobrir as despesas previstas com o clube e, essencialmente, com o departamento de futebol para a temporada de 2015.





































































































































