Sílvio Gumiero: Sassás-Mutemas na Ponte Preta?
Pois bem, a Ponte Preta também contratou não um, mas dois Sassás-Mutemas para salvar o time do rebaixamento no Brasileirão
Pois bem, a Ponte Preta também contratou não um, mas dois Sassás-Mutemas para salvar o time do rebaixamento no Brasileirão
Quem não se lembra da novela das 8 da Globo “O salvador da pátria” com o excelente Lima Duarte como protagonista? Era uma audiência de 50 a 60 pontos. Hoje, a substituta é a novela das 9 “A regra do jogo”, que ainda não alcançou a média de 30 pontos. Pois bem, a Ponte Preta também contratou não um, mas dois Sassás-Mutemas para salvar o time do rebaixamento no Brasileirão.
O torcedor Ademar Silveira Filho, carinhosamente chamado de Biau, sugeriu que eu escrevesse sobre os erros da diretoria pontepretana durante a temporada de 2015, com os insucessos nas competições Paulistão, Copa do Brasil, Sul-Americana e agora no Brasileirão.
É notório que os erros aconteceram desde a demissão do Guto Ferreira, fato que eu já escrevi que não concordei, mas elogiei em uma coluna o substituto Doriva nos 4 primeiros jogos do Brasileirão, porque ele somou 8 pontos e distanciou a Ponte da zona do rebaixamento. Porém, como o futebol é muito dinâmico e, como o dinheiro muda de mãos rapidamente, o índice de aproveitamento do Doriva caiu de 66% no início, para 33% depois de 10 rodadas.
Ai seria a hora de criticar o vice-presidente Giovanni Dimarzio, que eu nem conheço e os sérios diretores de futebol Gustavo Bueno e Hélio Kazuo? Não faço isso porque sei que as contratações de nível custam muito dinheiro e o presidente de honra Sérgio Carnielli, junto com o presidente executivo Vanderlei Pereira, dão as ordens sobre as finanças do clube e os 3 têm que obedecer.
Sem dinheiro, só vem jogadores meia boca. Assim vieram para o lugar do Renato Cajá, Bady e Felipe, ambos do Atlético Paranaense, empurrados pelo esperto presidente Petraglia. Os dois são jogadores de segunda divisão e não vingaram. Aí entrou o Adrianinho, veterano e sem condição, não aguentou o repuxo contra o Vasco.
Agora vieram o Cristian do Ituano para a criação e o Alexandro “Macacão”, como ele se intitula, do Bahia para o ataque. Tenho assistido aos seus jogos e vejo que são bons jogadores. Preste atenção, bons para a segunda divisão. Os dois vieram só para acalmar a grande e agora irritada torcida da Ponte. Como eu quase sempre escrevo antes de os fatos acontecerem, de modo particular penso que o destino da Ponte é lutar muito para não cair.
Imagino, porém, que nem os Sassás- Mutemas a salvarão.





































































































































