Ideia da família Panzelli era usar Colorado como “despachante”
"Dirigente" ostentou uma Harley Davidson na apresentação ao Guará e quebrou o clube
"Dirigente" ainda ostentou uma Harley Davidson na apresentação ao Guará no ano passado
Campinas, SP, 15 (AFI) – Quando Pedro Secol Panzelli e sua esposa Mari Silvia Panzelli assumiram o comando do Colorado, equipe situada na pequena cidade paranaense de Colorado, de apenas 22 mil habitantes, a intenção era usar o clube como uma espécie de despachante para registrar os jogadores que administrava e tentar revelar novas atletas.
O início com o Colorado foi positivo com a conquista do acesso da terceira para a segunda divisão do Paraná, mas logo em seguida a equipe foi rebaixada e os projetos da Família Panzelli começaram a naufragar com inúmeras dívidas em bancos.
Depois de ter assumido a presidência do Guaratinguetá, formalizando uma parceria com o empresário Sony Alberto Douer, então dono do clube do Vale da Paraíba, a família Panzelli levou os jogadores do Colorado para o Guaratinguetá, mas o elenco era fraco e, em 2014 terminou o Campeonato Paulista da A2 em 15º lugar. Depois, no Campeonato Brasileiro da Série C, arrendou o clube para o Osasco Audax, conseguindo se manter na terceira divisão brasileira.

EXÓTICA
Quando foi apresentado como novo gestor e presidente do Guaratinguetá, em dezembro de 2013, Pedro Panzelli optou em chegar à coletiva de imprensa pilotando uma potente moto Harley-Davison branca, com sua esposa Mari Silvia, na garupa.
A ideia era impressionar e mostrar que o Guaratinguetá teria um 2014 promissor. Tanto o ano não foi promissor para os torcedores do Vale do Paraíba, como a moto Harley-Davison que a família Panzelli pilotava, não foi paga, com o Banco HSBC tendo que entrar na Justiça para pegar a moto de volta.
ENTREGA…
Este ano, completamente falido, Pedro Panzelli teve que formalizar uma parceria com João Marcus Rodrigues dos Santos, jocosamente apelidado de João “Telê”, que exigiu ser treinador para “tocar” o time no Paulista da A2 e o resultado não poderia ser diferente: o Guaratinguetá foi rebaixado como a pior campanha da história de um time paulista, com 18 derrotas em 19 partidas.
Para a Série C, após novo vexame sob o comando de João “Telê”, como nove jogos e nenhuma vitória, o Guaratinguetá equipe acabou vendido para o Atlético-PR que assumiu todo o controle da equipe que ainda briga para não ser rebaixado para a Série D Brasileira.Além de prejudicar todos os clubes que participam do Grupo B, formado por clubes das regiões Sul e Sudeste.





































































































































