Série C: Acesso à Série B pode render até R$ 8 milhões à Portuguesa só da TV
Se passar pelo Vila Nova-GO, a Lusa pode embolsar R$ 8 milhões, valor referente à cota de participação da TV
Se passar pelo Vila Nova, a Lusa pode embolsar R$ 6 milhões, valor referente à cota de participação na competição.
São Paulo, SP, 29 (AFI) – Classificada às quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro, a Portuguesa pode receber duas boas notícias se derrotar o Vila Nova-GO e avançar às semifinais. Além do acesso, o clube pode embolsar cerca de R$ 8 milhões, quantia referente à cota de participação na competição.
Este é o valor estimado para que o novo contrato de divisão e a nova divisão projetada pela direção da CBF possa chegar. Os dirigentes dos clubes da Série B querem R$ 10 milhões, mas vão ter, com certeza, um bom aumento. Isso porque a verba atual é de R$ 3 milhões, pagos em 10 parcelas iguais de R$ 300 mil reais. Além disso, o acesso vai permitir à tradicional Lusa a se fortalecer em termos de marketing e conseguir patrocinadores com uma verba bem maior do que a recebida neste momento.
SÓ AJUDA COM DESPESAS
Na terceira divisão, a Lusa nada recebe da CBF além dos custos das viagens em jogos como visitante. Sem dinheiro em caixa, o clube viu no marketing a possibilidade de amenizar a crise financeira. A diretoria foi atrás de padarias, motéis e hotéis e, além de conseguir montar um time competitivo, quitou as dívidas, especialmente os vencimentos atrasados dos jogadores.
Hoje a Portuguesa conta com dois patrocinadores masters – uma empresa do ramo de panificação e um fabricante de chocolates – além de 78 empresas que associaram seus nomes à camisa do clube. A parceira com as empresas foi essencial para pagar os salários atrasados dos atletas.
CONCENTRAÇÃO ANTECIPADA
A CBF divulgou segunda-feira à noite as datas e horários dos confrontos do mata-mata e a Portuguesa joga a partida de ida contra o Vila Nova, no Serra Dourada, em Goiânia, dia 7 de outubro, às 20h30. O técnico Estevam Soares gostou desta folga na tabela, praticamente, de dez dias. Ele tem três ou quatro jogadores “baleados”, que vem jogando sem suas melhores condições físicas e clínicas, e poderão ganhar um descanso com uma carga menor de trabalho.
Num esforço incomum, a diretoria tenta também arrumar um local reservado para que os jogadores antecipem a concentração no final de semana, entre sexta e sábado.
“Isso seria importante porque daria condições dos jogadores terem uma alimentação balanceada e um período melhor de descanso para uma recuperação mais rápida”, justificou o treinador.





































































































































