Copa Paulista: "Domingo será uma guerra", diz treinador do Rio Branco

Ciente da situação complicada que os jogadores enfrentaram antes do duelo, William Sander aproveitou a partida para comentar o empenho da equipe em campo

Ciente da situação complicada que os jogadores enfrentaram antes do duelo, William Sander aproveitou a partida para comentar o empenho da equipe em campo

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Americana, SP, 15 (AFI) – Viajar 400 km em um dia de jogo e chegar horas antes da partida na cidade parece um cenário prévio para uma derrota amarga. E apesar de ter deixado Penápolis perdendo pelo placar de 3 a 0, se existe algo que o técnico do Rio Branco, William Sander, não está amargurado.

Ciente da situação complicada que os jogadores enfrentaram antes do duelo, o treinador aproveitou a partida para comentar o empenho da equipe em campo mesmo com as condições adversas. Na ida, o ônibus do Tigre teve um problema quando chegou próximo a Limeira e foi trocado, atrasando a delegação cerca de 50 minutos.

“Quem estava no estádio viu que foi um jogo igual, onde infelizmente perdemos chances claras de gol, até no último lance em que o Agenor antecipou a bola. Mas faz parte. Até pelas situações que tivemos hoje de viajar 400 km no mesmo dia e jogar como jogamos hoje, com uma equipe de qualidade que nem a do Penapolense, acho que temos grandes chances de sair com um bom resultado no domingo que é em casa”, afirmou.

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Sobre o confronto decisivo do próximo domingo, contra o Paulista, o treinador também já adiantou que espera um jogo duro e um bom trabalho da equipe.

“É o que falamos desde o início: temos que dar o máximo em todas as partidas. E domingo será uma guerra, final de campeonato e eu tenho certeza que esses guerreiro pelo que demonstraram de diversidade na última partida vão dar o máximo para que a gente consiga nosso maior objetivo, que é a classificação”, finalizou.

CANSADO
Após a partida, o volante e capitão, Agenor, desabafou para uma rádio da cidade a respeito das condições da viagem do Tigre. Apesar das reclamações, o Rio Branco confirma que os problemas internos já foram resolvidos com tranquilidade entre o volante e a equipe e tudo foi regularizado.

“Desde o começo, quando cheguei no Rio Branco, nada tem sido fácil. Só nós funcionários é que sabemos o que acontece lá dentro e o que passamos. Temos um grupo de guerreiros, e se chegamos até aqui, até hoje, foi mérito nosso, da comissão e de algumas pessoas da diretoria. Acho que futebol é uma coisa muito série e infelizmente não da para fazer futebol de brincadeira. Eu, com 34 anos, 22 clubes na minha carreira, nunca passei pelo que estou passando aqui”, disse em entrevista à Rádio Difusora de Penápolis.