Presidente do Fluminense critica marcação de pênalti e pede renúncia de Sérgio Corrêa, o 'chefe de arbitragem'
O Fluminense vencia por 2 a 0 quando um pênalti duvidoso foi marcado para o Palmeiras e convertido por Zé Roberto
O Fluminense vencia por 2 a 0 quando um pênalti duvidoso foi marcado para o Palmeiras e convertido por Zé Roberto
Rio de Janeiro, RJ, 21 (AFI) – Peter Siemsen, presidente do Fluminense, deixou o Estádio do Maracanã revoltado nesta quarta-feira. Após a vitória por 2 a 1 do Tricolor sobre o Palmeiras, pela partida de ida da semifinal da Copa do Brasil, o dirigente condenou a arbitragem de Leandro Pedro Vuaden, especialmente em relação ao pênalti marcado para o time paulista, e chegou a pedir a renúncia de Sérgio Corrêa, chefe da comissão nacional de arbitragem.
“É um escândalo. Revi o lance do pênalti. Não houve nem cheiro de pênalti. Eu defendo a modernização. Ajudo o Fluminense e o futebol brasileiro, mas está difícil. Hoje não tem desculpa. Se o Sérgio Corrêa não sair, é vergonha. Mata-mata não pode ter árbitro ruim, que favorece adversário. Isso é Inaceitável. Fui até o árbitro e fui duro. Não posso repetir aqui o que disse para ele”, afirmou.

O Fluminense saiu vencendo por 2 a 0, com gols de Marcos Junior e Gum, ainda no primeiro tempo, mas o pênalti marcado para o Palmeiras aos 15 minutos da etapa final e cobrado com segurança pelo experiente Zé Roberto diminuiu a vantagem tricolor.
Os dois times voltam a se encontrar na próxima quarta-feira, às 22 horas, na Arena do Palmeiras. Para se classificar, o time carioca joga pelo empate ou até por uma derrota de um gol de diferença, desde que marque ao menos dois gols. Em caso de derrota pelos mesmos 2 a 1, a decisão vai para os pênaltis.





































































































































