Série C: Didira nega conflito com técnico e troca ASA de Arapiraca por time da China
O jogador está no Fantasma desde 2009 e só deixou o clube para jogar pelo Atlético-MG, em 2011
O jogador está no Fantasma desde 2009 e só deixou o clube para jogar pelo Atlético-MG, em 2011.
Arapiraca, AL, 29 (AFI) – Depois da diretoria do ASA de Arapiraca afirmar que a permanecia de Didira era uma das prioridades do clube, o ídolo do Fantasma facilitou o trabalho e anunciou que não fica no time para a próxima temporada. Especulado no rival CSA, o meia garantiu, em entrevista à Rádio Novo Nordeste, que o seu destino é bem distante de Alagoas. Ele está negociando com o Shanghai Shenxin, da China
“Recebi uma proposta muito boa da China, e vou para a China. Vou tirar meu passaporte em Maceió nesta quinta-feira e viajo em dezembro ou em janeiro. Agradeço por tudo que fizeram por mm aqui no ASA. O ASA que me acolheu, que me fez só crescer no futebol. Então, só tenho que agradecer “, afirmou.
Com o contrato até o fim de novembro, Didira fez questão de esclarecer comentários sobre um suposto desentendimento com o técnico Vica na semana que antecedeu a derrota porá 2 a 1 para o Tupi, que acabou com o sonho do acesso à Série B.
“Eu tinha me machucado no treinamento da quarta-feira, e passei quarta, quinta, sexta e sábado no DM. O doutor veio conversar comigo e eu falei que estava com dor, mas disse ”se você me der uma medicação, com certeza eu vou jogar. Pode ficar tranquilo que no domingo eu treino à tarde”. Com as palavras do doutor, ele disse: o Vica quer que você treine no domingo à tarde; e eu treinei numa boa. Só que eu esperei o Vica chegar e mandar alguém me chamar, não me chamou, e eu também não fui até ele”, explicou.
Apesar de negar o conflito, o jogador disse que achou a atitude do treinador incorreta, mas também não se absolveu de ter tomado a pior conduta no momento.
“Por uma parte eu fui errado, como o Vica também, eu acho, que foi errado. Mas eu estava disposto a jogar, estava com condições. Algumas coisas acontecem que qualquer jogador fica chateado. Coisa de xingar, de reclamar, e, às vezes, falar coisas que não deve, mas conflito entre o Vica e eu não teve. Ele é um cara que eu respeito muito”, confessou o meia.
Didira é um dos jogadores de maior destaque da história recente do ASA. Criado nas categorias de base do Fantasma, marcou 81 gols pelo time e defendeu apenas dois clubes. Além da equipe de Arapiraca, teve uma passagem rápida pelo Atlético-MG, onde não teve muitas oportunidades e foi deixado de lado por Cuca, técnico do Galo na ocasião.





































































































































