Série C: Portuguesa abre mão de advogado e é multada por confusão com Vila Nova
Nas quartas da terceira divisão, jogadores do Vila acusaram torcedores da Lusa de atirarem pedras no vestiário dos visitantes
Nas quartas da terceira divisão, jogadores do Vila acusaram torcedores da Lusa de atirarem pedras no vestiário dos visitantes.
São Paulo, SP, 04 (AFI) – Depois do trauma do rebaixamento nos tribunais em 2013, que deu início a decadência da Portuguesa, o clube voltou aos tribunais nesta terça-feira. Desta vez, o caso não deve prejudicar tanto o time. A Lusa foi julgada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e multada em R$ 4 mil, por conta de incidentes envolvendo a torcida na partida contra o Vila Nova-GO, pelo jogo de volta das quartas de final da Série C, no Canindé.
Na ocasião, torcedores do time da capital paulista foram acusados de atirarem pedras no vestiário visitante. A alegação foi feita pelos próprios jogadores e comissão técnica do Vila. Antes do jogo, o ônibus dos goianos também sofreu com ataques dos torcedores, em outro disparo de pedras. O curioso no julgamento foi a falta de um advogado para representar a Portuguesa. O presidente do Clube, Jorge Manuel Gonçalves, afirmou que não tem recursos para bancar uma defesa. “Como não temos recursos, sempre enviamos uma defesa por escrito. É comum isso. Óbvio que seria melhor uma pessoa”, explicou o dirigente à NETlusa.
No final da audiência, a Lusa foi enquadrada no artigo 211, por deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infra-estrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização. Esta primeira acusação rendeu ma multa de R$ 2 mil. Mais R$ 2 mil foram acrescentados por enquadramento no artigo 213, ou seja, “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir: desordens em sua praça de desporto”.





































































































































