Presidente do Sindicato dos Treinadores, Wladimir elogia medida da FPF que proíbe troca de técnicos no Paulistão
Em entrevista ao Portal FI, o ex-lateral do Corinthians avaliou como acertada a decisão da FPF que, segundo ele, "acaba com a farra" e ajuda os técnicos a manter o planejamento
Em entrevista ao Portal FI, o ex-lateral do Corinthians avaliou como acertada a decisão da FPF que, segundo ele, "acaba com a farra" e ajuda os técnicos a manter o planejamento
Campinas, SP, 05 (AFI) – A medida da Federação Paulista de Futebol (FPF) que veta a “dança das cadeiras” dos técnico no Paulistão em 2016, isto é, proíbe os treinadores de comandar mais duas ou mais equipes na competição, vem tendo grande repercussão. Presidente do Sindicato dos Treinadores Profissionais de Futebol do Estado de São Paulo, o ex-lateral Wladimir elogiou a a “inovação” da FPF no regulamento do Paulistão (Sitrefesp)
“Eu acho que foi uma medida acertada porque os clubes vão respeitar mais os contratos dos treinadores no Brasil. Os treinadores fazem contrato por um ano ai vem outro, aí os resultados não vêm e ele sai. Essa “farra” que acontece com os técnicos tem que acabar. Leva tempo para o treinador expor sua filosofia e ensinar seus comandados e é preciso que saibam disso”, criticou Wladimir.
O ex-lateral esquerdo do Corinthians, no entanto, deve deixar o cargo de presidente da entidade em breve, visto que tem a intenção de deixar o Brasil em breve e, por isso, não terá condições de assumir suas funções no sindicato. José Teixeira, vice-presidente do Sindicato e professor da USP, deve ficar com o posto.
FIM DA DANÇA DAS CADEIRAS
Principal mudança no regulamento do Paulistão em 2016 junto a decisão de rebaixar seis times para a Série A2, o veto que proíbe os treinadores de comandarem duas ou mais equipes na competição é uma das inovações da FPF para a próxima temporada.
O clube que demitir treinador só poderá contratar outro se comprovar ter pago a rescisão com o profissional dispensado. Se o treinador tomar a iniciativa de sair, será ele que terá de pagar a multa rescisória, quando houver.
Por exemplo, não será permitido que um técnico seja demitido de um time do torneio e assuma outra equipe dentro da competição. Exemplo: Doriva, que deixou a Ponte Preta para assumir o São Paulo na reta final do Campeonato Brasileiro, não poderia fazer isso no Paulistão. Para que uma mudança de comando seja autorizada, será necessário um acordo com o técnico demitido e a posterior homologação na Federação Paulista.






































































































































