Série C: Goleada sobre o Londrina foi "cereja do bolo" do Vila Nova, diz Márcio Fernandes
Para o treinador, o Tigrão provou sua força ao fazer quatro gols no Tubarão, que não sofria gols há nove partidas
Para o treinador, o Tigrão provou sua força ao fazer quatro gols no Tubarão, que não sofria gols há nove partidas.
Goiânia, GO, 22 (AFI) – Um dos principais responsáveis pelo título do Vila Nova na Série C do Campeonato Brasileiro sem dúvida alguma é o técnico Márcio Fernandes. O treinador viu o time com muitas dificuldades de se apresentar na primeira partida e mudou a formação tática para a grande final. O abandono da formação com três zagueiro e entrada do meia Zotti, autor do terceiro gol na goleado pro 4 a 1 sobre o Londrina, foi fundamental para a mudança de postura do time no Serra Dourada.
“Esse time do Londrina, para quem não sabe, estava há nove partidas sem tomar gol, tomou quatro. Não é por acaso que eu alguém marca quatro gols no Londrina, que é uma grande equipe. Realmente, os jogadores entenderam o espírito da coisa, se sacrificaram hoje, fazendo posições que não eram a deles. Adiantei o Ramires para marcar saída dos laterais, que são muito bons e levam o time do Londrina para frente. Aí a vitória aconteceu. Depois de sair tomando um a zero, tem de ter muito equilíbrio. Foi fantástico”, afirmou o treinador em entrevista à Rádio 730.
Para Márcio, o título, do jeito que foi, veio apenas como a “cereja do bolo” de uma temporada praticamente perfeita. Ele acredita que ano de sucesso do Tigrão só foi concretizado por causa de uma nova mentalidade estabelecida, tanto em campo quantos nos bastidores, após sua chegada no clube.
“Terminar o ano sem essa ‘cereja’ seria muita injustiça, mas papai do céu veio premiar. Campeões não são só os jogadores dentro do campo, mas também as tias da cozinha, a lavanderia, a nossa secretaria. O Vila mudou muito”, explicou.
Segundo o comandante colorado, o segredo foi colocar “um pouco de alegria” nas ações da equipe, o que levou à uma revolução no modo das coisas funcionarem na instituição.
“Quando eu cheguei no Vila, existiam muitas pessoas pessimistas, que vinham só de derrotas e que não estavam acrescentando nada. Falei para o presidente, que o primeiro passo que tínhamos de dar era trocar, colocar alegria aqui. Se não tivermos alegria não vamos chegar a lugar nenhum. Ele entendeu e começamos a fazer uma revolução. Hoje, todas as áreas do Vila funcionam, torcem, vibram, tem alegria. Por isso, as coisas acontecem”, concluiu.





































































































































