'Não quero ser presidente do São Paulo, quero distância da política' afirma Rogério Ceni
Em entrevista ao programa "Aqui com Benja!" do FOX Sports, ídolo são-paulino fala sobre sua trajetória e da despedida dos gramados
Neste sábado, dia 05, à meia-noite, o programa de entrevistas do canal FOX Sports comandado por Benjamin Back exibe a entrevista especial que o apresentador fez com Rogério Ceni.
Campinas, SP, 04 (AFI) – Neste sábado, dia 05, à meia-noite, o programa de entrevistas do canal FOX Sports comandado por Benjamin Back exibe a entrevista especial que o apresentador fez com Rogério Ceni – que se despede do futebol no próximo final de semana após 25 anos como goleiro do São Paulo Futebol Clube.
O maior goleiro artilheiro do mundo falou sobre sua trajetória no futebol, as maiores alegrias na carreira, decepções, recordes, títulos, defesas marcantes, a importância do torcedor são-paulino e também sobre o seu futuro.
“Não quero ser presidente do São Paulo, quero distância da política. Um dia talvez treinador, mas antes quero me preparar para isso. Se eu pudesse escolher o novo treinador do clube hoje, seria o Paulo Autuori”, revelou.
Sobre sua trajetória, Ceni destacou que nunca idealizou permanecer tanto tempo no clube. “Quando entrei no São Paulo jamais imaginei que chegaria até os 42 anos jogando no mesmo time. Hoje confesso que se eles tivessem me oferecido um contrato de 10 anos quando iniciei no clube com 17 anos, eu teria assinado”, revelou o Mito.
Durante a entrevista, realizada no Centro de Treinamento do São Paulo, no bairro da Barra Funda, na capital paulista, o atacante Luís Fabiano – que também se despede do clube – entrou no papo e brincou com o ídolo tricolor.
O capitão declarou, ainda, que é favorável ao retorno do zagueiro uruguaio Diego Lugano, ídolo dos torcedores tricolores.
Ceni também falou sobre o jogo festivo de despedida que será disputado na próxima sexta-feira, dia 11, às 21h, – com transmissão exclusiva do FOX Sports – e irá reunir os jogadores do São Paulo de 2005, campeão da Copa Libertadores e do Mundial, e do São Paulo de 1992 e 1993, bicampeão da Libertadores e do Mundial comandado por Tele Santana.





































































































































