Dia do Cronista Esportivo e uma mensagem de esperança ao Interior
Portal Futebol Interior - Portal FI - convidou o experiente Jaércio Barbosa para escrever algumas palavras sobre a profissão de Cronista Esportivo
Jaércio Barbosa foi diretor de classe e presidente da Associação dos Cronistas Esportivos de Brasília. Atualmente ele mora em Campinas com a família
Campinas, SP, 9 (AFI) – O dia 9 de dezembro marca uma data especial. É o “Dia do Cronista Esportivo”. Por isso, o Portal Futebol Interior – Portal FI – convidou o experiente Jaércio Barbosa para escrever algumas palavras sobre a profissão. Ao longo de sua experiência de 50 anos na profissão, como repórter, narrador, comentarista e especialista em Loterias no Brasil, ele dá uma luz de esperança em sua mensagem.

Jaércio foi diretor de classe e presidente da Associação dos Cronistas Esportivos de Brasília. Atualmente mora em Campinas com a família. E pede a união dos cronistas do Interior de São Paulo, sempre relegados a segundo plano pelos dirigentes de classe centralizados na capital.
Dia do Cronista Esportivo
Talvez, fruto de uma mente iluminada, quis o legislador prestigiar essa laboriosa classe. Muitos conceitos são atribuídos ao Cronista Esportivo como aquele profissional que entra com a razão onde todo mundo entra com o coração: é o mundo do esporte. Além de narrar jogos e provas esportivas, o cronista faz comentários racionais sobre a lógica do esporte, se é que no futebol existe tal lógica.
Outra visão do cronista esportivo é que ele visualiza o mundo do futebol. Muitas vezes, ele descreve uma jogada ou um gol, com um lirismo digno de uma poesia, seja o gol de seu time ou do adversário. O cronista deve ser capaz de criticar e raciocinar em cima do jogo, dos atletas, dos dirigentes e do técnico.
Enfim, os conceitos que nossa enciclopédia aborda a respeito do cronista esportivo, são dos mais generosos. Para um cronista não existe descanso em finais de semana. Quando a maioria da população está na praia, o cronista está nas cabines de rádio ou nos gramados de futebol,haja sol ou haja chuva. Feriado, sábados e domingos, nem pensar.
Particularmente, não podemos falar de cronista esportivo, sem lembrar daquele profissional que tem suas raízes no interior , e que se não fincaram seu nome na própria cidade, foram brilhar nas capitais. É o caso, por exemplo de um Fiori Gigliotti de Jaú, Ênio Rodrigues de Araraquara, Nilson Cézar de Sorocaba, Luciano do Vale de Campinas, Osmar Santos, de Marília, e muitos outros.
O interior é uma fonte inesgotável de excelentes profissionais do Rádio esportivo. Como tal, todos irmanados devem atuar unidos em busca de seus objetivos. e , adquirindo assim, uma personalidade jurídica para a real valorização de seu campo de trabalho..
Graças a Deus, pertencemos a um mundo onde os acontecimentos não tem fronteiras para a imaginação fértil do nosso Cronista Esportivo.
Parabéns à categoria.
Jaércio Barbosa





































































































































