Seleção Futebol Interior do Paulistão com dois meias e quatro atacantes. Confira!
Tantos gols faz jus a muitos atacantes. Não faltaram nesta SELEÇÃO FI. São quatro. Cada um marcou dois gols
Se a rodada foi dos atacantes, também abriu espaços para os técnicos. Quatro ou cinco mereceriam a indicação, mas a escolha coube apenas para um deles.
Campinas, SP, 26 (AFI) – Montar um time de futebol requer achar o jogador certo para a posição certo. Mas quando se trata da Seleção Futebol Interior, que reúne o grupo de melhores da rodada, então se permite algumas exceções. É o caso desta sexta rodada do Paulistão, que teve 34 gols e média de 3,4 por jogo.
Tantos gols faz jus a muitos atacantes. Não faltaram nesta SELEÇÃO FI. São quatro. Cada um marcou dois gols. E mesmo que não válido na prática, é aceitável na teoria a formação de um esquema tático 4-2-4, mesmo usando dos meias.
Se a rodada foi dos atacantes, também abriu espaços para os técnicos. Quatro ou cinco mereceriam a indicação, mas a escolha coube apenas para um deles.
Confira a Seleção da Sexta rodada do PAULISTÃO:
Neneca (Botafogo);
Jean Patrick (Rio Claro), Rodrigo Caio (são Paulo), Rafael Bonfim (Capivariano) e Breno Lopes (Red Bull);
Lucas Lima (Santos) e Marcelinho (Ituano);
Joel (Santos), Gabriel Jesus (Palmeiras), Felipe Azevedo (Ponte Preta) e William Pottker (Linense).
Técnico – Roberto Fernandes (Capivariano)
Goleiro: Neneca (Botafogo)
Mesmo com a derrota para o Red Bull Brasil por 2 a 0, o nome do jogo em Ribeirão Preto foi o goleiro do Tricolor da Terra do Café. Isso porque, se não fosse ele, o adversário teria balançado as redes muitas outras vezes. Ele fez pelo menos cinco grandes defesas e fechou o gol. Além disso, não teve culpa nos gols.
Lateral-direito: Jean Patrick (Rio Claro)
Comandou o lado direito de campo. Na marcação, foi eficiente. No ataque, ajudou muito e poderia ter feito o seu golzinho na vitória por 2 a 1, contra o Oeste, em Itápolis. Mas, mesmo com muito capricho, o chute ficou na trave e não chegou a balançar as redes.
Zagueiro: Rodrigo Caio (São Paulo)
O Tricolor do Morumbi jogou para o gasto na partida frente ao Novorizontino. A vitória, por 2 a 0, aliviou um pouco a crise, mas ainda preocupa. O time não fez uma boa atuação e contou mais uma vez com o zagueiro Rodrigo Caio para salvar a pátria. Sem Lugano, o defensor fez o papel de líder e segurou a barra na defesa. No ataque, como sempre, deixou seu golzinho.
Zagueiro: Rafael Bonfim (Capivariano)
Em tarde inspirada do lateral Alex Barros, o zagueiro Rafael Bonfim se arriscou no campo de ataque e acabou marcando o primeiro gol na vitória por 2 a 0 em cima do São Bernardo, em belo cruzamento. Lá atrás, também foi seguro, cortou os principais lances e ainda anulou o ataque do Bernô.
Lateral-esquerdo: Breno Lopes (Red Bull Brasil)
O goleiro Neneca vai ter pesadelos com o lateral-esquerdo. Depois de infernizar o adversário, principalmente no segundo tempo, Lopes conseguiu finalmente balançar as redes aos 45 minutos da etapa final. A bola na rede coroou a grande atuação dele, que já ganhou a vaga de titular.
Volante: Eder (São Bento)
O Corinthians escapou da derrota frente ao São Bento no finalzinho, com gol de salvador de André, polêmico e reclamado. O Bentão, porém, foi melhor e merecia ter saído com a vitória. Éder foi dono do meio de campo. Além de marcar, ajudou na armação de jogadas e chegou bem ao ataque. Poderia ter marcado, mas sua tentativa parou no travessão de Matheus Vidotto.
Meia: Lucas Lima (Santos)
O visual era novo – pintou o cabelo de loiro -, mas o futebol não sofreu mudanças. Como de costume, organizou o meio-campo do Peixe e foi o responsável pelas principais jogadas ofensivas. Fez o cruzamento que terminou com o gol contra do zagueiro e fechou o placar ao bater pênalti com categoria.
Meia: Marcelinho (Ituano)
Abriu o caminho para o triunfo do Galo de Itu sobre a Ferroviária, que ousou ao poupar alguns titulares. E com sua experiência ditou o ritmo da equipe, que teve outros destaques, como o goleiro Fábio e o atacante Ruan, eleito pela Rádio Cidade FM de Itu como o melhor em campo.
Atacante: Joel (Santos)
Ricardo Oliveira pediu para não jogar por conta da proposta absurda que recebeu do futebol chinês e, se depender do futebol apresentado por Joel contra o Mogi Mirim, a torcida santista não vai sentir falta caso o camisa 9 realmente seja negociado. Com muita disposição, o camaronês teve participação no primeiro gol e balançou as redes duas vezes. Deu conta do recado.
Atacante: Gabriel Jesus (Palmeiras)
Não teve um bom início de temporada e chegou a amargar o banco de reservas, mas nesta quinta-feira ganhou uma nova oportunidade e deu conta do recado. Mostrou oportunismo ao aproveitar cruzamento de Alecsandro e depois marcou um golaço por cobertura, deixando o gramado aplaudido pelos torcedores alviverdes presentes no Barão da Serra Negra. Moral da história: Palmeiras 4 x 1 XV de Novembro, cotadíssimo ao rebaixamento.
Atacante: Felipe Azevedo (Ponte Preta)
Na primeira vitória da Macaca no Paulistão, o nome do jogo foi o atacante Felipe Azevedo. Precisando do triunfo para acalmar a torcida e ainda ganhar uma folga maior na tabela. A Ponte abriu o placar com Tiago Alves de cabeça, mas não deixou de pressionar. Foi aí que Felipe apareceu, marcando aos 44 do primeiro e ainda aos 8 minutos do segundo tempo.
Atacante: William Pottker (Linense)
Assumiu nesta quarta-feira a liderança isolada do Paulistão com seis gols. O atacante vem sendo a principal referência do time do Linense e não foi diferente na goleada, por 4 a 0, diante do Água Santa. Criou as melhores chances de gol e deixou sua marca em duas oportunidades.
Técnico: Roberto Fernandes (Capivariano)
A rodada, sem dúvida, foi dos técnicos. Quatro ou cinco teriam condições de figuras na cobiçada Seleção da Rodada do FUTEBOL INTERIOR. Mas, desta vez, a escolha recaiu sobre o técnico do Capivariano, que em sua segunda partida, conseguiu a primeira vitória do time na competição.
Mas é preciso destacar outros nomes, como de Alexandre Gallo, que simplesmente atropelou Fernando Diniz taticamente. Marcou a saída de bola do Osasco Audax e “matou” o adversário, além de dar à Ponte Preta a sua primeira vitória nesta temporada. O elenco, porém, foi mal montado e o técnico vai ter muito trabalho na sequência.
E um voto de solidariedade vai para Tarcísio Pugliese, pressionado por todos os lados no Ituano. Mas ele contou com a ajuda de seus jogadores, que deram o máximo para vencer a Ferroviária, por 3 a 2.
Infelizmente a mentalidade dos cartolas é ultrapassada. Bastará a primeira derrota para que Pugliese ganhe o famoso bilhete azul. Rogério Pinheiro, da base e amigo de Juninho Paulista, já está esperando a vaguinha. Uma vergonha.
Quer um exemplo? Simples: Marcelo Veiga vinha com bom trabalho no Botafogo, mas a derrota para o Red Bull o derrubou de maneira abrupta. Os méritos foram mesmo do Maurício Barbieri, do Toro Loko, que cobrou mais eficiência de seus jogadores para superar três derrotas consecutivas.





































































































































