Paulista A2: Atlético de Sorocaba teve um treinador a cada cinco jogos no estadual
A péssima campanha tem um motivo, o mal planejamento que vem sendo feito pela diretoria que alega falta de recursos
A péssima campanha tem um motivo, o mal planejamento que vem sendo feito pela diretoria que alega falta de recursos
Sorocaba, SP, 17 (AFI) – Descobrir os motivos do péssimo momento do Atlético Sorocaba no na Série A2 do Campeonato Paulista, onde soma apenas nove pontos em 14 jogos, não é tão difícil assim. Em situação desesperadora no estadual, o time de Sorocaba aponta suas últimas fichas para tentar um “milagre” nas cinco últimas rodadas do estadual, onde precisará de pelo menos de dez a doze pontos.
Mas o péssima campanha tem um motivo. O péssimo planejamento (a diretoria também alega falta de recursos para um clube que tem um dos melhores CTs do país e já contou com quantidade vasta de recursos vindos de fora do país).
Mas o fato é que esse péssimo planejamento levou o Galo a ter o absurdo de cinco treinadores em menos de quatro meses. No estadual são um treinador a cada cinco rodada. Um time que iniciou os trabalhos em dezembro de 2014. Assumiu Tuca Guimarães, que saiu, e depois deu lugar a Marcelo Frigério, também deixou o time e nem chegaram a comandar a equipe em jogos oficiais.
Depois assumiu Valter Ferreira,que estreou dia 30 de janeiro e comandou o time nesses jogos: derrota por 2 a 0 para o Mirassol (casa),vitória por 1 a 0 contra o Barbarense (fora), derrota por 3 a 2 para o Barretos (casa), derrota opor 3 a 2 para a Votuporanguense (casa) e deixou o time dia 14 de fevereiro na derrota por 3 a 0 para a Penapolense (fora), na 5ª rodada.
José Luiz Drey assumiu o Galo no dia 17 de fevereiro, na 6ª rodada e teve esses jogos: derrota por 2 a 0 para o Paulista (fora), vitória por 3 a 1 contra o Monte Azul (casa), empate por 1 a 1 com o Marilia (fora), empate por 3 a 3 com o Juventus (casa), e caiu no jogo contra o Santo André, 3 a 1 (fora), dia 1º de março, na décima rodada.
Márcio Bittencourt entrou a partir da 11ª rodada, na derrota por 1 a 0 para o Velo (fora), e depois perdeu para o Taubaté, 1 a 0 (casa), empatou com o Independente por 0 a 0 (fora), e neste meio de semana perdeu para o São Caetano por 2 a 0 (casa), na 14ª rodada.
CINCO CARTADAS FINAIS
Os cinco últimos jogos do Galo e que pode, decretar o primeiro rebaixamento do clube para a Série A-3 em sua história de 25 anos, são esses: dia 19 de março, sábado, 16h contra o Rio Branco (Americana); dia 22 de março, 19h30, contra o Bragantino (Bragança), dia 25 de março, 20h contra o Batatais (Sorocaba), dia 28 de março , 19h contra o Guarani (Sorocaba) e dia 3 de abril, 10h, contra a Portuguesa (Canindé).
NÚMEROS DO DESESPERO
Lanterna do estadual, o Atlético, muito perto do rebaixamento, o soma apenas 9 pontos em 14 jogos com duas vitórias, três empates e nove derrotas, 13 gols marcados e 25 gols sofridos. Não marca um gol, há quase 450 minutos, ou de cinco jogos, desde o dia 1º de março, na derrota por 3 a 1 para o Santo André no ABC, gols de Claudir aos 44 do segundo tempo. A última vez que venceu foi dia 20 de fevereiro, 3 a 1 contra o Monte Azul no CIC, pela sétima rodada, ou seja, não ganha um jogo há sete jogos ou há 490 minutos.
TREINOU
O time voltou a trabalhar nesta quinta-feira e Márcio Bittencourt ganhou uma outra dúvida para sábado. Além do volante Chicão, expulso contra o São Caetano, o meia Glauber, que era uma das apostas do treinador para melhorar o time, logo que entrou no jogo passado, voltou a sentir uma lesão, e acabou sendo substituído. O treinador só divulga o time momentos antes do jogo, mas um provável Galo para encarar o Rio Branco pode ser esse: Raphael Alemão; Douglas, Saulo, Carlão e Billy Matheus); Claudinei, Dinho Souza Thiago Silva e Brasília; Claudir e Eltinho.





































































































































