O legado deixado pelo técnico Pintado no Guarani é igual a ZERO
Pensei em fazer com o título "O legado do Pintado", e o texto em branco, para sinalizar que o legado dele é nenhum, é igual a zero
"Guarani entre raios e trovões", portanto faltando ainda 9 rodadas para a fase de classificação, eu já fazia críticas à diretoria e principalmente ao treinador Pintado.
Não é porque o Guarani foi desclassificado, que a corneta vai ser acionada. Eu escrevo com a finalidade de passar para o leitor o que está acontecendo, e muitas vezes correndo o risco de errar, o que poderá acontecer. Isto é, fazer um prognóstico futuro.
Por isso, na última coluna que eu escrevi sobre o Guarani, que foi no dia 2 de março com o título “Guarani entre raios e trovões”, portanto faltando ainda 9 rodadas para a fase de classificação, eu já fazia críticas à diretoria e principalmente ao treinador Pintado, devido ao modo de jogar do time.
Para escrever esta coluna, inicialmente eu pensei em fazê-la só com o título “o legado do Pintado”, e o texto em branco, para sinalizar que o legado dele é nenhum, é igual a zero. Porém, por respeito ao leitor que me prestigia há 11 anos, resolvi escrever de uma maneira sucinta.
Não quero aqui comentar se o Pintado dá péssimas entrevistas, e nelas se apresenta com a barba por fazer, tampouco se ele é sério e trabalhador. Também não interessa como ele veio e para onde ele vai.
O que eu quero é que todos entendam o que o Guarani fez, ou melhor não fez, nos seus 19 jogos dentro de campo, nas 4 linhas. Com um elenco montado e planejado inadequadamente há 2 meses antes de começar a competição, perdeu pontos para times rebaixados como Rio Branco, Paulista e Atlético Sorocaba, o Guarani nem se classificou para a segunda fase.
Um vexame. E agora?
Pintado foi embora, chega um novo treinador e mais uma vez o Guarani precisa começar do zero.
Haja paciência para a torcida.





































































































































