Paulistão: Vampeta promete 'selinho na Dilma' se Audax chegar a final
De forma mais evasiva, o presidente do Audax confessou que terá dificuldades para torcer
Em meio ao futebol burocrático, que cada vez mais ganha espaço nos discursos dos dirigentes brasileiros, o hoje presidente Vampeta conseguiu dar um tom bem humorado
São Paulo, SP, 19 (AFI) – Em meio ao futebol burocrático, que cada vez mais ganha espaço nos discursos dos dirigentes brasileiros, o hoje presidente Vampeta conseguiu dar um tom bem humorado para as semifinais do Paulistão. Em entrevista após o Arbitral, ainda na Federação Paulista de Futebol (FPF), o cartola prometeu um selinho na presidente Dilma Roussef caso o Audax vença o Corinthians no próximo sábado, às 18h30.
O clima já estava descontraído desde o começo da conversa, já que a câmera do Seleção SporTV mostrava Edu Gaspar e o ‘velho Vamp’ lado a lado em frente a sede da entidade máxima do futebol paulista. Os dois foram companheiros de time no Corinthians e agora terão que se enfrentar por uma vaga na decisão estadual, desta vez na Arena Corinthians, em Itaquera.
E quando foi questionado por Marcelo Barreto, apresentador do programa, sobre uma possível comemoração por uma vaga na final, como uma cambalhota inusitada na rampa do Palácio do Planalto – assim fez após a Copa do Mundo de 2002 –, Vampeta foi ainda mais enfático na resposta: “O improviso é do momento, mas dou selinho na Dilma, pronto!”, brincou.
De forma mais evasiva, o presidente do Audax confessou que terá dificuldades para torcer, já que ex-jogador e ídolo corintiano, mas também tem que defender seus interesses no clube de Osasco. “Quando o Corinthians tiver atacando, torço para o Corinthians, quando o Audax estiver atacando, eu torço para o Audax. Não vou perder nunca esse jogo”, completou o ex-volante.
Entre provocações e brincadeiras, o velho Vampeta também comemorou a vitória nas quartas de final por 4 a 1 diante do São Paulo no último domingo, dentro do estádio José Liberatti, em Osasco. Agora longe de casa, o clube abriu mão dos ingressos de visitante e aguarda “apenas” a divisão da renda meio a meio entre as diretorias.





































































































































