Corinthians está no mesmo nível de Guarani e Ponte no Programa de Excelência da FPF
XV de Piracicaba e Red Bull ficaram com a prata, ao lado de Palmeiras, Santos e São Paulo
XV de Piracicaba e Red Bull ficaram com a prata, ao lado de Palmeiras, Santos e São Paulo
São Paulo, SP, 03 (AFI) – Na manhã desta sexta-feira, a FPF premiou os clubes que aderiram ao Programa de Excelência lançado no final de 2015 e que teve adesão de 92,5% dos clubes que disputam o Paulistão Itaipava e do Paulistão A2 Itaipava 2016. Também houve o lançamento do segundo Programa de Excelência, que terá mais critérios observados e um aperfeiçoamento no sistema de avaliação.
Inédito no futebol brasileiro, o Programa de Excelência avalia diversos critérios de cada clube ao longo da temporada, como Gestão, Base, Torcida, Infraestrutura e Desempenho Técnico. Cada clube compete apenas consigo mesmo, comparando seus próprios progressos em cada item analisado.
Dos clubes avaliados, sete foram premiados na categoria Prata: Novorizontino, Palmeiras, Red Bull, Santos, São Caetano, São Paulo e XV de Piracicaba.
Outros 18 ficaram com a categoria bronze: Água Santa, Audax, Barretos, Botafogo, Bragantino, Capivariano, Corinthians, Ferroviária, Guarani, Ituano, Linense, Mirassol, Ponte Preta, Rio Claro, Santo André, São Bento, São Bernardo e Votuporanguense. Os demais clubes participantes receberam certificados de participação.
“A alta adesão dos clubes logo no primeiro ano de programa, mostra quanto o futebol paulista está disposto a mudar. Tenho que agradecer à todos os clubes. Esse projeto mostra onde estamos e onde queremos chegar”, disse Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF.
O vice-presidente do Departamento de Integração com Atletas, Mauro Silva, pediu a participação dos jogadores e técnicos. “Temos que melhorar o produto. Com esse programa, todos saem ganhando: os clubes, os atletas e a Federação. Conto com o apoio de todos para isso”, comentou.
Gestor do Ituano e ex-atleta, Juninho Paulista acredita que o projeto vai ajudar a melhorar a administração dos clubes, que terão mais recursos para investir no futebol. “Na Inglaterra vemos alguns clubes menores com grandes estruturas, como 10 campos para treinamento. É importante temos uma melhor gestão aqui para nivelarmos cada vez mais nossa gestão quando comparamos com o futebol europeu”, concluiu.





































































































































