Paulistão: Em busca do camisa 10, Ponte Preta sonda Alex, ex-Inter e Corinthians
O jogador está sem clube desde que deixou o Colorado em janeiro deste ano
O jogador está sem clube desde que deixou o Colorado em janeiro deste ano
Campinas, SP, 19 (AFI) – A Ponte Preta continua em busca um camisa 10 para a sequência da temporada. Sem Renato Cajá, que teve sua permanência bancada pela diretoria do Bahia na noite da última sexta-feira, a diretora alvinegra voltou a analisar alguns nomes e o principal deles é o de Alex, que está sem clube desde que deixou o Internacional no início deste ano.
Alex, de 34 anos, já havia sido especulado pela Macaca no início do ano assim que anunciou se desligamento do Inter, no início de janeiro, mas acabou sendo deixado um pouco de lado por conta da pedida salarial. Agora, com a negativa do Bahia em relação a Renato Cajá, a Ponte voltou a pensar em sua contratação.
O fato do jogador estar sem clube pode facilitar uma possível negociação, já que Alex deve diminuir sua pedida salarial. O problema é que existem outros interessados no futebol do meia, tanto do Brasil quanto do exterior. A tendência é que semana que vem seu futuro seja definido.
Natural de Cornélio Procópio-PR, Alex foi revelado nas categorias de base do Guarani, mas ganhou projeção mesmo com a camisa do Internacional, clube que defendeu durante oito temporadas, onde foi 12 vezes campeão. Entre os títulos mais importantes estão a Copa Libertadores (2006), o Mundial de Clubes (2006) e Sul-Americana (2008). Ao todo, foram 323 jogos e 78 gols. Ele também acumula passagens por Spartak Moscou-RUS, Al Gharafa-QAT e Corinthians.
Hoje, o setor de meio-campo é o mais carente do atual elenco alvinegro. Felipe Moreira conta apenas com o prata da casa Ravanelli e o recém-contratado Matheus Cassini, que sequer fez sua estreia com a camisa pontepretana. Nos últimos jogos, o treinador vem recuando o atacante Lucca para fazer a função de camisa 10. No empate com o Red Bull Brasil, no último domingo, Matheus Jesus e Fernando Bob foram os outros integrantes do setor, mas ambos são volantes.
O plano A da diretoria pontepretana era Renato Cajá, que é reserva no Bahia e havia demonstrado interesse em retornar para a Macaca, onde viveu os melhores momentos da sua carreira. Os clubes, porém, não entraram em um acordo em relação a divisão salarial e o negócio acabou indo por água abaixo.





































































































































