Ponte Preta está entre o adorado Vadão e o rejeitado Doriva. Quem você escolhe?
Diretoria tenta definir o substituto de Felipe Moreira. As principais opções são Vadão e Doriva
Diretoria tenta definir o substituto de Felipe Moreira. As principais opções são Vadão e Doriva
Campinas, SP, 3 (AFI) – Depois da inesperada eliminação na Copa do Brasil, que resultou na saída do técnico Felipe Moreira, a diretoria da Ponte Preta corre atrás de um substituto. Após muitas pesquisas, dois nomes dividem os dirigentes da cúpula da Macaca: o adorado Vadão, que sempre se deu bem no clube e, do outro lado, Doriva, um dos nomes mais rejeitados pelos lados do Majestoso.
Se a escolha parece simples, a história muda quando se trata de reunir vários dirigentes para a escolha. Fica mais complicado do que escolher um Papa.
Alguns lembram das grandes passagens de Vadão pelo clube, mas outros preferem lembrar da rápida estada de Doriva no Majestoso, que fez as malas e se mandou assim que recebeu uma proposta do São Paulo.
#SouVadão
Osvaldo Alvarez, o Vadão, entrou num período de descanso depois de passar os últimos anos no comando da Seleção Brasileira Feminino. Criador do ‘Carrossel Caipira’ no Mogi Mirim no início dos anos 90, ele depois ganhou asas e dirigiu grandes clubes, como São Paulo e Corinthians.
Vadão comandou a Ponte Preta por quatro vezes. A primeira em 2001/2002. Depois em 2005, antes de ir para o Verdy Tokyo, do Japão. Mas voltou em 2006. A sua última passagem aconteceu em 2014, antes também de assumir a Seleção Brasileira.
Vadão mora em Campinas e só espera o contato dos dirigentes da Ponte Preta para começar a trabalhar.
#ForaDoriva
É como a Imprensa e a torcida da Macaca reagiu após o desaparecimento de Doriva do Moisés Lucarelli, que se mandou para o Morumbi após um toque de dedos dos cartolas sãopaulinos.
No Majestoso ele dirigiu o time por 15 jogos. Venceu seis, empatou cinco e perdeu quatro vezes. Ele deixou o comando no dia 7 de outubro de 2015. Saiu sorrateiramente, pelas portas do fundo, sem atender à Imprensa e não dando satisfação à torcida.
Mas se deu mal no Morumbi. Em apenas sete jogos, Doriva obteve duas vitórias (Sport e Coritiba), um empate (Vasco) e quatro derrotas (para Fluminense, duas vezes, e para o Santos e Cruzeiro). O seu aproveitamento foi de apenas 33,3%.
Ano passado, ele passou pelo Santa Cruz, rebaixado para a Série B do Brasileiro.
Doriva mora em Itu (a Ponte Preta joga domingo lá…coincidência) e ainda acredita que um dia pode reverter a imagem negativa que deixou em Campinas.
A decisão vai sair neste sábado. Quem você escolhe?





































































































































