Acabar ou rever o Tic-Tac de Fernando Diniz
O tic-tac já acabou, está acabando ou é hora de rever esse modo de jogar ? É esperar para ver.
O tic-tac já acabou, está acabando ou é hora de rever esse modo de jogar ? É esperar para ver.
O Barcelona, na época do treinador Pep Guardiola, ganhou vários títulos com o jeito tic-tac de jogar. Não tinha pra ninguém. Por sua vez, a Seleção Espanhola conseguiu o seu primeiro título mundial na Copa do Mundo de 2010, também com o tic-tac.
No Brasil, o ex-jogador e agora treinador Fernando Diniz, implantou no Osasco Audax, uma nova experiência de jogo. Ele foi além do tic-tac do Barcelona e da Seleção Espanhola; tanto o time como a Seleção da Espanha, tinham o tic-tac no ataque, quase sempre depois de ter o domínio da bola no campo adversário.
Fernando Diniz foi ao extremo; treinou os seus goleiros Felipe Alves e Sidão, juntos com os seus zagueiros e laterais para saírem lá da defesa, não tomando conhecimento dos atacantes, passando por eles ou até mesmo driblando-os.
Em um jogo, o goleiro Felipe Alves chegou até mesmo a dar um chapéu, parando a bola, colocando o seu pé embaixo dela e encobrindo o atacante. Um lance de total ousadia, lembrando algumas do ex-goleiro colombiano Higuita.
Agora, o Barça com o treinador Luís Henrique anda não se dando bem com o tic-tac, assim como a Seleção da Espanha. O Osasco Audax, vice-campeão do Paulistão em 2016, acaba de ser rebaixado para a Segunda Divisão em 2017.
É lógico que Iuri no Santos, Tchê Tchê no Palmeiras, Sidão no São Paulo e Camacho no Corinthians, fizeram falta, mas ser o lanterna da competição é vexatório.
O tic-tac já acabou, está acabando ou é hora de rever esse modo de jogar ?
De modo particular, eu não sei responder. É esperar para ver.





































































































































