Panela velha é que faz comida boa? Ponte tem técnico mais experiente da semifinal
Gilson Kleina já comandou inúmeros clubes, enquanto Fábio Carille e Rogério Ceni estão tendo suas primeiras oportunidades
Gilson Kleina já comandou inúmeros clubes, enquanto Fábio Carille e Rogério Ceni estão tendo suas primeiras oportunidades
Campinas, SP, 21 (AFI) – Se o ditado popular “panela velha é que faz comida boa” for verdadeiro, a Ponte Preta tem tudo para comemorar seu primeiro título de expressão ao longo dos seus 116 anos de história nas próximas semanas. Isso porque Gilson Kleina é o treinador mais experiente entre quatro que estão nas semifinais do Campeonato Paulista: Eduardo Baptista (Palmeiras), Fábio Carille (Corinthians) e Rogério Ceni (São Paulo).
Nascido em Curitiba, Gilson Kleina tem 49 anos e foi assistente técnico em três clubes – Coritiba, Olympique de Marselha-FRA e Botafogo – antes de assumir o Iraty. Como treinador, passou por Criciúma, Paraná, Caldense, Cianorte, Paysandu, Coruripe, Paraná, Gama, Ipatinga, Caxias, Vila Nova, Boavista e Ipatinga até se destacar pelo Duque de Caxias em 2010.
O bom desempenho no time fluminense chamou a atenção da Ponte Preta, que o contratou no ano seguinte. Na sua primeira passagem pela Macaca, conquistou o acesso à elite do Brasileirão (2011) e também nas semifinais do Paulistão (2012), sendo eliminado pelo rival Guarani. Deixou o Moisés Lucarelli com destino ao Palmeiras.
No Verdão, não conseguiu livrar o time do rebaixamento no Brasileirão, mas subiu no ano seguinte com o título da Série B. Após quase dois anos, foi demitido e teve passagens sem sucesso por Bahia, Avaí, Coritiba e Goiás, seu último clube antes de retornar para a Ponte Preta.
A segunda passagem de Gilson Kleina pela Macaca começou com a vitória sobre o São Bento, por 2 a 1, em Sorocaba, resultado que garantiu o time nas quartas de finais do Paulistão. De lá para cá foram realizados mais cinco jogos, sendo três vitórias (Palmeiras 2x e Santos), um empate (Gimnasia La Plata-ARG) e uma derrota (Santos).
COM POUCO MAIS DE BAGAGEM
Natural de Campinas, Eduardo Baptista tem 45 anos e trabalhou durante muito tempo como preparador físico – Portuguesa, Santo André, Goiás, São Caetano, Flamengo, Santos, Ponte Preta e Corinthians, entre outros – e sua primeira experiência como treinador foi em 2014, quando substituiu Geninho no Sport.
Foram 127 partidas pelo rubronegro pernambucano – 55 vitórias, 35 empates e 37 derrotas – e conquistou a Copa do Nordeste e o Campeonato Pernambucano, ambos em 2014. Teve uma passagem ruim pelo Fluminense e voltou a se destacar no comando da Ponte Preta em 2016, tendo um aproveitamento de quase 50%. No Palmeiras desde o início do ano, são 12 vitórias, dois empates e quatro derrotas.
OS OUTROS
Ídolo da torcida tricolor como jogador, Rogério Ceni, de 44 anos, está tendo sua primeira experiência de treinador e já começa a ser questionado por alguns dirigentes devido ao futebol inconstante apresentado neste início de temporada. Em 24 jogos, são 11 vitórias, nove empates e quatro derrotas.
Assim como Rogério Ceni, Fábio Carille é “debutante” como treinador, apesar de ter comandado o Corinthians em algumas oportunidades nos anos anteriores quando era auxiliar técnico fixo do clube. Até agora, são 13 vitórias, seis empates e cinco derrotas em 2017.
Tanto Rogério Ceni quanto Fábio Carille entram em campo no próximo domingo pressionados, pois estão vindo de eliminações na Copa do Brasil. O São Paulo caiu para o Cruzeiro apesar da boa apresentação na última quarta-feira, enquando o Corinthians perdeu para o Internacional nos pênaltis em plena Arena Corinthians.





































































































































