Apesar da derrota, Pimenta diz que oposição do São Paulo se fortaleceu

Nesta terça-feira, Carlos Augusto Barros e Silva venceu por 123 votos a 102

Nesta terça-feira, Carlos Augusto Barros e Silva venceu por 123 votos a 102

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São Paulo, SP, 18 – Emocionado, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, foi reeleito nesta terça-feira para comandar o São Paulo até dezembro de 2020. Ele ganhou a disputa e falou sobre a sua caminhada até chegar ao cargo.

“Estou imensamente feliz porque acabo de conquistar meu próprio mandato. Ele foi conquistado por causa da trajetória nesse um ano e meio para cuidar dessa máquina que é o São Paulo”, disse.

O dirigente lamentou os rumos que a campanha para a presidência do clube tomou, com acusações, momentos de baixarias e insinuações dos dois lados.

José Eduardo Mesquita Pimenta disse que não vai se candidatar na próxima eleição

José Eduardo Mesquita Pimenta disse que não vai se candidatar na próxima eleição

“Ninguém imagina o que foi essa campanha. Vimos coisas impensáveis e desconhecidas na história do São Paulo. Isso não fez bem para nossa comunidade. Não somos inimigos, somos todos são-paulinos”, afirmou.

E A OPOSIÇÃO?
Ele superou o candidato de oposição, José Eduardo Mesquita Pimenta, por 123 a 102, em uma eleição que contou com 225 votantes e 14 ausentes. Para a presidência do Conselho Deliberativo foi eleito Marcelo Pupo Barboza, que era o candidato de Leco na disputa. Agora a expectativa é que, com o fim da disputa eleitoral, a paz volte a reinar no clube.

Para o candidato derrotado, não será do dia para a noite que as coisas voltarão à normalidade no clube, mas ele desejou sorte para Leco e avisou que não voltará a ser candidato na próxima disputa.

“Acho que a oposição sai fortalecida dessa disputa, ela ressurgiu. Vou continuar torcendo para o São Paulo, mas certamente não serei mais candidato. Queria ajudar o clube a sair desse estágio que ele está”, comentou.