Ponte se reapresenta e Kleina liga 'sinal de alerta' para pendurados

E mais uma vez o treinador não terá todo o grupo a sua disposição

A Ponte Preta se reapresentou na tarde desta terça-feira com os nervos à flor da pele. Os comandados de Gilson Kleina estão a 11 dias de levantar a primeira taça na história

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Campinas, SP, 25 (AFI) – A Ponte Preta se reapresentou na tarde desta terça-feira com os nervos à flor da pele. Os comandados de Gilson Kleina estão a 11 dias de levantar a primeira taça na história do clube. Mas o plano é manter os pés no chão. O primeiro jogo da final do Campeonato Paulista é já neste domingo, às 16 horas, contra o Corinthians, no estádio Moisés Lucarelli. O time de Campinas tem a seu favor o retrospecto: não perde para o rival em casa desde 2013.

E mais uma vez o treinador não terá todo o grupo a sua disposição. O zagueiro Marllon recebeu o terceiro cartão amarelo e não poderá ser relacionado. O problema tem sido uma constante desde que Kleina chegou a Ponte. Na sua estreia contra o São Bento, William Pottker estava suspenso na vitória por 2 a 1 em Sorocaba. Na última rodada da primeira fase, Yago foi o desfalque por cartão no triunfo por 1 a 0 contra o Palmeiras.

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Já nas quartas de final, no primeiro jogo contra o Santos, Jeferson não foi relacionado na vitória por 1 a 0 e Reynaldo ganhou uma oportunidade. No jogo de volta, no Pacaembu, Fernando Bob ficou suspenso pelo terceiro amarelo. Já contra o Palmeiras na semifinal, Nino Paraíba foi vetado pelos médicos e ficou de fora da vitória por 3 a 0 em Campinas e da derrota por 1 a 0 no Allianz Parque. Reynaldo e Artur foram os substitutos, respectivamente.

Para a final, Gilson Kleina já acendeu o sinal de alerta com o elenco. A Ponte Preta entra em campo com quatro jogadores pendurados: o zagueiro Yago e os volantes Fernando Bob, Jadson e Jeferson. Por outro lado, o treinador chegou ao Moisés Lucarelli com uma boa notícia: o Departamento Médico ‘está zerado’. Clayson, que saiu de campo no último sábado muito desgastado, já se recuperou das cãibras e fica a disposição normalmente.

Apesar de também estar pendurado, o lateral Emerson é o que menos preocupa. Isso porque ele está a serviço da Seleção Brasileira no Rio de Janeiro e trabalha com Carlos Amadeu na Granja Amary. Ele viajou logo após o jogo com o Palmeiras e se apresentou no domingo – retorna para Campinas na sexta-feira, mas não deve ser relacionado no primeiro jogo contra o Corinthians.