Esquema de segurança para a final do Paulistão vai envolver 500 agentes
Ruas próximas do estádio estarão fechadas, com destaque para a Avenida Proença e a Avenida Casper Líbero
Ruas próximas do estádio estarão fechadas, com destaque para a Avenida Proença e a Avenida Casper Líbero
Campinas, SP, 26 (AFI) – O aparato de segurança para o primeiro jogo final do Campeonato Paulista, entre Ponte Preta e Corinthians, domingo, às 16 horas no estádio Moisés Lucarelli, deve reunir perto de 500 pessoas. Isso envolvendo policiais militares, civis, da guarda municipal, além pessoas ligadas ao trânsito – Emdec – e ao controle de ambulantes da cidade – Setec.
O esquema de segurança foi definido nesta tarde na sede do 35.º Batalhão da Polícia Militar (PM) de Campinas, no bairro Bonfim. Lá esteve reunido o GEPE – Grupo Especial de Policiamento de Estádios. O curioso é que pela manhã, os policias fizeram falta para organizar e controlar as filas formadas nas bilheterias do Majestoso para a concorrida compra de ingressos.

A explicação é de que não houve um pedido oficial da direção da Ponte Preta para o evento. Normalmente isso é feito por uma equipe de segurança do clube, que desta vez se mostrou incapaz de controlar o grande assédio dos torcedores.
A PM não confirmou o número de policiais que serão destacados, mas vai ser em torno de 300 para trabalhar tanto fora como dentro do estádio. Entre eles do canil, cavalaria e tropa de choque. As medidas adotadas são normais para grandes jogos, como a formação de dois grandes bolsões a 200 metros do estádio. Só vão passar por eles os torcedores que tiverem ingressos em mãos.
As ruas próximas do estádio estarão fechadas, com destaque para a Avenida Proença e a Avenida Casper Líbero. Nestes bolsões serão proibidas as presenças de flanelinhas e ambulantes, controlados pela Setec. Os fiscais da Emdec vão ser destacados para controlar o trânsito.
A segurança preventiva também vai ser reforçada nas principais vias de acesso ao Majestoso, além dos terminais de ônibus – neste caso com a ajuda da guarda municipal. A Polícia Civil vai montar uma base móvel para acompanhar e resolver os incidentes ocorridos no evento. Até os arredores do estádio estão sofrendo um processo de limpeza por parte da administração regional do bairro Jardim Proença. Isso envolve, inclusive, poda de árvores e corte de galhos.
VISITANTES
A torcida adversária, vinda de São Paulo onde serão vendidos os 2,2 mil bilhetes, vai ter um acompanhamento de perto. A caravana vai ficar concentrada na Rodovia dos Bandeirantes e depois escoltada até o estádio.
O objetivo é evitar qualquer tipo de confronto entre as duas torcidas. Os corintianos vão ocupar a cabeceira do lado da linha do trem da Fepasa. A saída dos visitantes também vai ser acompanhada por policiais após o jogo, com a caravana sendo protegida até a saída da cidade.





































































































































