Pupilo de Felipão, Cassius Manga busca uma nova chance no mercado
Antes de ser treinador e estagiar com o homem do penta, Cassius Manga foi jogador e preparador físico
Antes de ser treinador e estagiar com o homem do penta, Cassius Manga foi jogador e preparador físico
Campinas, SP, 31 (AFI) – Cassius Manga (foto) conhece bem o futebol. E isso não é da boca para fora. Experiente, o profissional já atuou no esporte como jogador e preparador físico até entrar de cabeça nos desafios de um treinador. Aos 43 anos, Cassius Manga está de volta ao mercado e busca uma nova oportunidade para o segundo semestre.
“Vivo do futebol. Há tempos trabalho no esporte seja como jogador, preparador físico ou treinador. Estou na expectativa de acertar com um clube. As divisões do Brasileirão já começaram e as Copas Regionais estão por começar. Creio que tenho espaço”, explicou ele ao site Grande Área.

Formado pela Universidade Moura Lacerda e especializado em Treinamento Desportivo, Cassius Manga, em 2002, trabalhou como preparador físico no Comercial. Ele atuou nesta função até 2011 e passou por vários clubes como Vitoria-ES e Jaboticabal. Um ano depois, Cassius achou que era a hora certa de virar treinador.
Mas não pense que ele pulou de uma profissão para a outra sem se especializar. Pelo contrário. Além de cursos, Cassius Manga realizou estágios no Grêmio, com direito a orientações do pentacampeão Luiz Felipe Scolari. O comandante também deu expediente no Botafogo-SP com o Toninho Cajuru. A labuta começou em 2015 no Comercial. O primeiro desafio foi no time Sub-20.
Sem perder tempo e, na mesma temporada, comandou o Cruzeiro-PB na Segunda Divisão Paraibana onde permaneceu até outubro de 2016. Em fevereiro de 2017 foi contratado pelo Independente, de Mogi Guaçu, para o Campeonato da Liga Nacional de Futebol profissional.
“Aproveitei cada essa experiência que tive. Pude crescer a cada treino, a cada jogo, a cada obstáculo nesta difícil profissão. Hoje, tenho acompanhado jogos da Segunda Divisão Paulista e sigo em busca de uma nova oportunidade”, finalizou Cassius Manga.





































































































































