Gilson Kleina critica árbitro e pede atitude da diretoria pontepretana
O comandante reclamou da cera feita pelos botafoguenses ao longo de todo o segundo tempo
O comandante reclamou da cera feita pelos botafoguenses ao longo de todo o segundo tempo

Campinas, SP, 21 (AFI) – A Ponte Preta encerrou o jejum de quatro jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro ao bater o Botafogo, por 2 a 1, no Moisés Lucarelli. Mesmo assim, jogadores e comissão técnica deixaram o campo reclamando do árbitro paraense Dewson Fernando Freitas da Silva.
O que mais irritou os jogadores pontepretanos foi a demora para que o juiz tomasse uma atitude com a cera feita pelos botafoguenses, que começou logo no início do segundo tempo. O goleiro Jefferson só foi amarelado no fim do jogo, enquanto Aranha recebeu o cartão na primeira vez que demorou para repor a bola.
“O Botafogo veio aqui para empatar o jogo. A gente vê que vale a pena fazer cera. O Jefferson demorou um tempo todo para ser amarelado e o Aranha foi logo no primeiro lance. Aqui também tem camisa, tradição.
Tem que respeitar a Ponte Preta. Estou falando isso na vitória porque quero que a diretoria faça uma representação na CBF. Se o jogo empata, o juiz vai embora e ônus sobra tudo para mim”, desabafou o técnico Gilson Kleina.
SHEIK APONTOU CERA
Na saída do gramado, Emerson Sheik já havia comentado sobre a cera feita pelos jogadores do Botafogo, em especial o goleiro Jefferson.
Autor dos dois gols pontepretanos, o atacante de 38 anos ainda recebeu um cartão amarelo ao reclamar do árbitro quando tentou cobrar uma falta rápida e o lance não foi validado.
Arbitragem de lado, a vitória sobre o Botafogo fez a Ponte Preta respirar um pouco na briga contra o rebaixamento.
Com 27 pontos, a Macaca subiu para a décima colocação e abriu quatro de vantagem para o São Paulo, primeiro do Z4.





































































































































