Gilson Kleina fecha o treino da Ponte Preta e arma surpresas para o Atlético-MG
Três mudanças estão definidas e Léo Gamalho ganha tempo para se adaptar como 'homem de área' da Macaca
Três mudanças estão definidas e Léo Gamalho ganha tempo para se adaptar como 'homem de área' da Macaca
Campinas, SP, 24 (AFI) – Mistério para quê? Mesmo com o time da Ponte Preta praticamente definido o técnico Gilson Kleina fez um treino fechado, nesta tarde, visando o compromisso contra o Atlético-MG, domingo, às 16 horas, no estádio Moisés Lucarelli, pela 22.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O volante Fernando Bob, o atacante Léo Gamalho e o lateral Jeferson devem ser as novidades.
Os três entram para suprir as baixas sofridas após a vitória, por 2 a 1, sobre o Botafogo, na última rodada. O volante Naldo e o atacante Lucca receberam o terceiro cartão amarelo e vão cumprir suspensão automática. Bob, que estava afastado por lesão há 20 dias, volta ao meio campo.
GAMALHO PRECISA SE ADAPTAR
No ataque vai ser a primeira chance de Léo Gamalho, ex-Goiás, começar jogando. Para Kleina, falta ainda um pouco de entrosamento do novo reforço, com quem trabalhou no Goiás. “Trata-se de um atacante com qualidade técnica, mas nós precisamos organizar algumas jogadas com ele” – justificou Kleina, que antes reclamava da falta de um atacante de área.
Mas, agora, o técnico perde o artilheiro do time, Lucca, com 10 gols. O experiente Emerson Sheik está confirmado, embora não tenha treinado nesta tarde. Ele foi liberado para participar de uma audiência no Rio de Janeiro. Jeferson, lateral direito de origem, vai ser improvisado na esquerda na vaga de Danilo Barcelos, que tem vínculo com o Atlético-MG.
TIME E CAJÁ
A Ponte Preta deve iniciar o jogo com esta formação: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Luan Peres e Jeferson; Fernando Bob, jean Patrick, Elton e Léo Artur; Emerson Sheik e Léo Gamalho.
A ‘boa nova’ do treino com bola foi a presença do meia Renato Cajá, recuperado de uma lesão no tendão patelar do joelho direito. Mas fora de ritmo e sem estar condicionado fisicamente, nem deve ir para o banco contra o Galo.
O zagueiro Rodrigo também está à disposição, afinal ele pegou apenas um jogo de suspensão no STJD do Rio de Janeiro. Ele poderia pegar até 12 jogos por empurrar e pisar no pé do técnico Milton Mendes, ex-Vasco da Gama.

ACORDO DE CAVALHEIROS
Não há na legislação esportiva um impedimento legal para seu aproveitamento, mas a Ponte Preta prefere manter o ‘acordo de cavalheiros’ já tradicional no futebol brasileiro. O gerente de futebol, Gustavo Bueno, ratificou a posição da diretoria:
“Nós fomos atendidos pelo co-irmão num momento em que tínhamos uma lacuna na posição. E preferimos manter este aspecto ético” – argumentou.
No momento, neste início de returno, os dois times estão em posições parecidas. A Ponte Preta soma 27 pontos, em 11.º lugar, duas posições na frente do time mineiro que ocupa o 13.º lugar. Na última segunda-feira, o Atlético Mineiro perdeu para o Fluminense, por 2 a 1, no Maracanã. Busca, portanto, a reabilitação.





































































































































