Expulso por chamar o árbitro de 'safado', técnico do Bahia se defende
Preto também avaliou a atuação do Bahia na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro
A derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro no Mineirão não foi o único assunto do técnico Preto Casagrande na coletiva de imprensa após o jogo
Salvador, BA, 18 (AFI) – A derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro no Mineirão não foi o único assunto do técnico Preto Casagrande na coletiva de imprensa após o jogo. Expulso no início do segundo tempo, ele foi acusado de chamar o árbitro Wagner Reway de ‘safado’ depois de ele marcar um pênalti de Rodrigão em cima de Raniel, defendido por Jean. Mas o treinador se defendeu e alegou ter comemorado apenas a defesa do goleiro, sem ofender a arbitragem.
“Eu não falei nada para ele, muito menos o agredi. Comemorei a defesa de Jean, no pênalti, e fui expulso logo depois sem saber a razão disso. Nós, antes do lance do Cruzeiro, tivemos um pênalti ao nosso favor e não foi dado. Nós trabalhamos bastante e nos dedicamos muito para chegar aqui e fazer um bom trabalho”, disse o treinador.
Já o árbitro foi enfático na súmula: “Expulsei do banco de reservas, aos 06 (seis) minutos do segundo (2º) tempo, o sr. Carlos Eduardo Casagrande, treinador da equipe do Esporte Clube Bahia, por gesticular de forma ofensiva contra a decisão da arbitragem e ao mesmo tempo dizer contra mim: “Safado, safado, safado”. Essas ações e palavras foram informadas a mim pelo quarto árbitro”. Agora Preto Casagrande terá que aguardar o julgamento.
FOI BEM
Preto também avaliou a atuação do Bahia. De acordo com ele, o time conseguiu se impor no primeiro tempo e fez um jogo equilibrado com o Cruzeiro, mas sofreu com o último passe e acabou vítima do nervosismo, que desestabilizou os jogadores deu espaço para o adversário abrir o placar. A derrota manteve o time com 27 pontos, dependendo do Coritiba para não terminar a rodada na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
“Nós realizamos um primeiro tempo muito bem equilibrado. Estávamos atentos aos lances, ganhando a bola área, e criando o contra-ataque com muita velocidade. Mas nós pecamos no último passe, próximo da área do Cruzeiro, o que foi determinante para não sair o gol. Merecíamos ter saído com um placar melhor no primeiro tempo, criamos com Vinicius, Mendoza e Tiago. Mas, no segundo tempo, algumas decisões incomodaram bastante e influenciaram no comportamento dos jogadores”, encerrou o treinador.





































































































































