Após quatro meses, Fluminense vende Wendel para o PSG por R$ 39 milhões

Em agosto o presidente Pedro Abad viajou para Paris negociar os termos com o PSG, mas a transferência de Mbappe atrasou o negócio

Após quatro meses de negociação o Fluminense finalmente acertou a negociação do volante Wendel com o PSG, principal clube da França

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Rio de Janeiro, RJ, 16 (AFI) – Após quatro meses de negociação o Fluminense finalmente acertou a negociação do volante Wendel com o PSG, principal clube da França. A transação ficou muito perto de concretizar em agosto, mas o time europeu priorizou o acerto com o atacante Mbappe, ex-Monaco, e deixou o volante de lado. Agora, com tempo para finalizar os detalhes, as três partes chegaram a um acordo e ele deve se apresentar em Paris já no final do ano.

Com 20 anos, Wendel teve uma ascensão meteórica no Fluminense. Sem destaque no elenco que disputou a Copa São Paulo, eliminado ainda na segunda fase, o volante passou a inteirar alguns treinos do profissional, quando cativou a atenção do técnico Abel Braga. Promovido para o time principal, conquistou seu espaço no time titular, de onde não saiu mais. Até agora são 53 jogos, com seis jogos e ainda o título de revelação do Campeonato Carioca.

Fluminense vende o volante Wendel para o PSG por quase R$ 39 milhões

Fluminense vende o volante Wendel para o PSG por quase R$ 39 milhões

Em agosto o presidente Pedro Abad viajou para Paris negociar os termos com o PSG, mas a transferência de Mbappe atrasou o negócio. Quase quatro meses depois a negociação foi finalizada em 10 milhões de euros, aproximadamente R$ 39 milhões, por um contrato de cinco anos com os franceses. O Fluminense ainda não confirmou se comercializou apenas uma parte dos direitos econômicos, modelo de negócio que vem sendo adotado pelos clubes brasileiros.

Pouco tempo depois de ser sondado pelo PSG o volante recebeu duras críticas do técnico Abel Braga. Na época o treinador desabafou em entrevista coletiva: “a questão do Wendel é comportamento, ele chega atrasado todos os dias. Se não estiver compenetrado no momento da equipe…”, disse o treinador, sem esconder a irritação. “Estou muito à vontade para falar. Eu que puxei ele da base, coloquei para jogar, e eu que o tirei agora. Ou ele aprende e se enquadra, ou não serve para a gente.”