Shaylon exalta aprendizado e espera titularidade no São Paulo em 2018
O jogador destacou que a convivência com Lugano e Hernanes foi importante para seu crescimento
O jogador destacou que a convivência com Lugano e Hernanes foi importante para seu crescimento
São Paulo, SP, 14 – O meia Shaylon se mostrou confiante de que pode garantir seu espaço entre os titulares do São Paulo em 2018. O jovem começou jogando nas últimas três partidas da equipe na temporada, e já sonha com uma nova sequência no ano que vem.
“Ter esta sequência, no final do ano, trouxe mais motivação para encarar 2018. Ter a confiança do Dorival é importante, e sei que ele confia em mim. Pude mostrar o meu futebol, jogar e ajudar os meus companheiros. E que a próxima temporada seja de conquistas e uma nova sequência na equipe”, afirmou o atleta.
Shaylon exaltou o aprendizado de seu primeiro ano como atleta profissional do São Paulo. Ele foi promovido ao elenco principal no início de 2017.
“Foi um ano muito bom e de um aprendizado enorme. Coletivamente, foi difícil para todos porque brigamos contra as últimas colocações, mas para os garotos da base foi produtivo. Acredito que terminamos a temporada fortalecidos para ter um grande 2018, porque o São Paulo é grande e tem que brigar por títulos.”
CONVIVÊNCIA BOA
Para o meia, uma das principais fontes de aprendizado que teve na temporada foi a convivência com jogadores experientes, como Lugano e Hernanes.
“Convivi com grandes jogadores, pessoas e líderes, como Lugano e Hernanes. São caras que ganharam tudo na carreira, jogaram Copa do Mundo, Liga dos Campeões e enfrentaram os melhores atletas do mundo. Valorizo bastante este aprendizado.”
O atleta também exaltou o apoio da torcida tricolor, que encheu os jogos no Morumbi e no Pacaembu mesmo nos piores momentos do time no Campeonato Brasileiro, em que lutou contra o rebaixamento.
“O ano da nossa torcida também foi incrível e nos ajudou muito”, diz. “O apoio que recebemos foi importante para ter a confiança de entrar em campo e jogar. No momento mais difícil, nos sentimos abraçados. E para os mais novos, como eu, isso fez bastante diferença”, afirmou.





































































































































