Criciúma 1 (4) x (5) 1 Cianorte - Nos pênaltis, Tigre dá adeus ao sonho do bi

Campeão em 1991, equipe de Santa Catarina não consegue fazer o dever de casa e se despede da Copa do Brasil

Campeão em 1991, equipe de Santa Catarina não consegue fazer o dever de casa e se despede da Copa do Brasil

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Criciúma, SC, 21 (AFI) – Única equipe de Santa Catarina a ser campeã da Copa do Brasil, o Criciúma recebeu o Cianorte na noite desta quarta-feira, em Criciúma, no estádio Heriberto Hülse, sonhando em seguir em busca do bicampeonato. Entretanto, após empate por 1 a 1, o Tigre perdeu nos pênaltis (5 a 4 para os visitantes) e deu adeus ao torneio.

No próximo estágio, o Leão do Vale vai encarar o Internacional, equipe que eliminou o Remo com a vitória, em Belém-PA, por 2 a 1. A partir da terceira fase, as disputas passam a ser em jogos de ida e volta. No caso desse mata-mata, o Colorado recebe os paranaense na primeira partida. A data-base do confronto é dia 28 deste mês (ida) e 14 de março (volta).

Criciúma eliminado pelo Cianorte (Foto: Cario Marcelo/www.criciuma.com.br)
Criciúma eliminado pelo Cianorte (Foto: Cario Marcelo/www.criciuma.com.br)

O JOGO
O Criciúma entrou mais ligado na partida e quase abriu o placar aos 4 minutos do primeiro tempo. O atacante João Paulo recebeu cruzamento de Wallacer, mas jogou a bola para fora. No minuto seguinte, foi a vez de João Paulo levar perigo: em bela cobrança de falta, quase abriu o placar. No entanto, no melhor estilo ‘quem não faz toma’, o Cianorte, na primeira oportunidade, fez 1 a 0: Rafael Carrilho chutou fraco de fora da área, mas o goleiro Luiz aceitou. Nervoso, o Tigre não conseguia mostrar poder de reação. Entretanto, aos 30, voltou a criar uma chance; dessa vez, não desperdiçou: Mailson finalizou aproveitando contra-ataque. Na primeira etapa, foi isso.

No segundo tempo, jogo muito truncado, vários cartões amarelos e um vermelho: aos 23, o autor do gol visitante, Carrilho, tomou o segundo amarelo após falta em João Paulo. Assim, os donos da casa cresceram e quase viraram com Elvis na sequência. Apesar da vantagem numérica, o Tigre pouco criou. Assim, o confronto se arrastou para as penalidades máximas. Na disputa de pênaltis, 5 a 4 para os visitantes, que só erraram com Murilo, enquanto os mandantes perderam com João Paulo e Carlos Eduardo.