Como é teórico, Zago deixou de corrigir defeitos da garotada da base da Ponte
Jogadores chegaram ao profissional com defeitos de fundamento
Como é teórico, Zago deixou de corrigir defeitos da garotada da base da Ponte
Sim, totalmente despropósita a contratação do treinador Felipe Moreira para a categoria sub20 da Ponte Preta.
Despropósita porque o recomendável para as categorias de base é o trabalho de um ex-jogador, que vivenciou todos os aspectos técnicos do atleta, e sabe como lidar com fundamentos para a categoria.
Descabidas também são posições de parceiros deste espaço que defenderam o treinador Leandro Zago, demitido recentemente.
Cartolas justificaram contenção de despesas, mas na prática deveriam dizer claramente que Zago não é um profissional talhado para aperfeiçoamento de garotos em formação à equipe profissional.
Teórico, Zago se apegou em aspectos táticos, viu-se claramente seu time bem agrupado e praticando futebol competitivo, como se faz no profissional.
APRIMORAMENTO TÉCNICO
A diferença é que na base o que se requer do atleta é aprimoramento técnico.
Fosse o lateral-direito Emerson bem treinado, teria aprendido a bater na bola. Seu cruzamento não seria sem rumo. Teria mais noção ao finalizar contra a meta adversária.
Nos tempos de Milton dos Santos, Tuta e Santinho como treinadores da base, atleta com clara deficiência trabalhava exaustivamente para melhorar o fundamento.
Vejam que Emerson tem um baita vigor físico para fazer transição ao ataque. Só que lá chegando não sabe o que fazer com a bola. Entenderam?
YURI
Apesar de ter marcado o gol da vitória, o atacante Yuri deveria ter sido trabalhado na base para ser mais participativo nos jogos. Geralmente é absorvido diante de forte marcação.
Claro que é um atleta que pode e deve desabrochar na sequência. Todavia, tivesse recebido devidos ensinamentos na base, provavelmente já estaria pronto.
O zagueiro Reynaldo, igualmente formado na base, é um rebatedor no jogo aéreo pro lado em que o nariz está virado, mesmo isolado na jogada.
Fosse treinado para desarmar entregando a bola a um companheiro no lado do campo, não presentearia o adversário em bola que poderia ser valorizada.
IVAN
Até mesmo o goleiro Ivan, de inegáveis qualidades, ainda não corrigiu o defeito de rebater bola para o seu campo de jogo.
Aí lembro-me dos métodos de treinamentos do finado preparador de goleiro Dimas Monteiros, que, quase sexagenário à época, ensinava os seus discípulos a trocar de mãos para praticar a defesa e espalmar a bola para escanteio. Ensinava na prática.
Por isso, caros parceiros, não defendam Zago só pelos números nos juniores. Os fatos estão aí e são indesmentíveis.
Pelo menos nessa demissão não há como discordar dos cartolas pontepretanos.
Discordância sim na definição do substituto.
Por que não buscaram um ex-boleiro?
Ex-boleiro com histórico no futebol, não uns e outros que de vez em quando são contratados.





































































































































