Apesar da teimosia de Brigatti, tem coisas positivas nesse modificado time da Ponte
Apesar da derrota para o São Bento, time pontepretano está na final
Apesar da teimosia de Brigatti, tem coisas positivas nesse modificado time da Ponte
Não é desprezível esse Torneio do Interior em que a Ponte Preta já é finalista, e vai decidir com o Mirassol, apesar de ter sido derrotada pelo São Bento por 3 a 1, na noite deste sábado, em Sorocaba.
Caso conquiste a competição, o saldo de sua conta bancária será engordado em R$ 360 mil, uma grana bem-vinda em tempos bicudos.
Nathan se encaixou de forma aceitável na equipe, quer na zaga, quer como volante.
O meia Lucas Mineiro melhorou a cara do pálido meio de campo. Desloca-se frequentemente para receber o passe desmarcado, tem demonstrado incidência reduzidíssima de erros de passes, e neste sábado ajudava a equipe a evoluir até que, equivocadamente, o treinador interino João Brigatti o orientou para se resguardar, visando cobrir o posto do volante João Vitor, expulso de campo aos 28 minutos.
Não bastasse a movimentação em campo, o atacante Aaron, que substituiu Felipe Saraiva, foi premiado com um belo gol, ao se desvencilhar do zagueiro João Gabriel e goleiro Rodrigo Viana.
JOÃO VIOR E YURI
Quando Brigatti assumiu interinamente o comando do elenco pontepretano, foi sugerido neste espaço quatro providências práticas.
Entendeu como válida a iniciativa de avançar o lateral-esquerdo Orinho, para que fosse explorado no chute forte de longa distância.
Todavia, foi teimoso ao bancar jogadores que sabidamente decepcionavam.
Deu chance para o meia Léo Artur jogar meio tempo contra a Ferroviária, em Campinas, quando sequer clima o atleta tinha para continuar no elenco.
O volante João Vitor abusava da violência que resultava em cartões, mas Brigatti equivocadamente o escalou. Quis pagar pra ver e viu nesse jogo contra o São Bento, quando, já advertido pelo cartão amarelo, o atleta pisou maldosamente num adversário e acabou expulso.
E por que essas seguidas chances para o centroavante Yuri?
Ora, já estava claríssimo que o atleta não estava preparado para integrar o elenco da Ponte. Quiçá, rodando por aí em equipes de menor expressão, possa melhorar a mobilidade, proteger melhor a bola, e ganhar senso coletivo de jogo.
SÃO BENTO: CONTRA-ATAQUES
O São Bento ‘deu a bola’ pra Ponte no começo do jogo, exatamente visando espaços para explorar contra-ataques, com jogadores velozes.
E já poderia estar à frente do placar antes do gol de Diego Oliveira, aos 33 minutos. Isso se o árbitro Thiago Luís Scarasati tivesse marcado pênalti claro cometido pelo zagueiro Luan Peres, que interceptou a bola com o braço, dentro da área.
O gol de Diego foi fruto de erro de saída de bola do zagueiro Renan Fonseca, ocasião que o atacante Everaldo, do São Bento, partiu em velocidade, cruzou, Renan ainda tocou na bola, mas ela sobrou para Diego.
Sem a necessária combatividade na cabeça da área, a Ponte era envolvida no toque de bola do São Bento, e disso se aproveitou o lateral Lucas Farias para ampliar a vantagem aos seis minutos.
Depois disso o São Bento se acomodou, e até deu campo para a Ponte atacar, pressupondo explorar novamente os contra-ataques.
E criou chances para ampliar a vantagem, sem contudo convertê-las.
Aí Aaron marcou para a Ponte aos 41 minutos, gol que acordou o São Bento para que chegasse ao terceiro gol através do centroavante Anderson Cavalo, que soube usar o corpo para evitar a aproximação de Luan Peres, aos 45 minutos.





































































































































