Guarani vacila mesmo diante de adversário fraco, como o Boa Esporte
Embora desorganizado, time foi brioso, criou chances, mas falhou na defesa
Guarani vacila mesmo diante de adversário fraco, como o Boa Esporte
O Guarani conseguiu nivelar por baixo o confronto contra o Boa Esporte, no empate por 1 a 1 na noite desta sexta-feira, em Campinas.
Difícil será duelar com um adversário tão fácil de ser batido, como o time do interior mineiro, e o Guarani jogar na lata do lixo dois pontos.
Desorganizado sim, mas brioso. Assim pode ser caracterizado o time bugrino, que fruto desse estilo guerreiro e persistência chegou a criar chances para vencer a partida, mas o meia-atacante Rafael Longuine por duas vezes desperdiçou, uma cabeçada do zagueiro Edson Silva exigiu defesa difícil do goleiro Fabrício, e Matheus Oliveira, que arriscou chute rasteiro, de longa distância, colocou a bola no poste esquerdo da meta adversária.
BOA RETRANCADO
Convenciona-se dizer que as dificuldades são flagrantes quando um time propõe o jogo e o adversário se defende com o maior número possível de jogadores.
Ora, se esse era o desenho do jogo durante o primeiro tempo, porque o Guarani fez apenas uma jogada de fundo de campo durante o primeiro tempo, quando o lateral Kevin fez cruzamento rasteiro e pegou defensores do Boa tortos, sem conseguirem interceptar a bola, que se ofereceu livre para Longuine só empurrar pra rede. Pois faltou-lhe precisão e o chute foi desviado pelo zagueiro Caíque.
E mesmo no segundo tempo, quando o Guarani abriu a contagem, o passe de Kevin foi da intermediária, No lance, Longuine soube se antecipar à marcação e desviar do goleiro aos 13 minutos.
Por sinal, dez minutos antes, em lançamento de Nazário, Longuine chegou desequilibrado na finalização e chutou a bola para fora.
ADVERSÁRIO CRIA
Evidente que em desvantagem no placar, o Boa Esporte teria que mudar de postura.
E fez trocas com entrada de jogadores de características mais ofensivas.
Aí, ao atacar, foi notório desajustes defensivos do Guarani, principalmente do lado do lateral-esquerdo Pará, e com falha de cobertura.
Em dois lances consecutivos, a partir dos 29 minutos, o Boa Esporte já poderia ter empatado, mas o chute do atacante Manoel foi fraco e o goleiro bugrino Georgemy defendeu.
Depois, outra vez nas costas de Pará, Daniel Cruz teve chance, mas o chute foi pra fora.
Como o Boa acreditou que poderia chegar ao empate, foi persistente e aproveitou vacilo da defensiva bugrina, a começar pelo instável Edson Silva, que cometeu mais uma das várias faltas desnecessárias, a exemplo de seu companheiro Philipe Maia.
Na bola levantada por Bruno Tubarão, houve descuido do sistema de marcação bugrino, e Manoel testou no chão, em bola defensável. Todavia, houve demora para o goleiro Georgemy chegar na bola, aos 42 minutos.





































































































































