Confira as propostas das empresas que disputam a cogestão no futebol do Guarani
A definição vai acontecer no dia 13 de agosto, quando o Bugre comemora 40 anos do título brasileiro
A definição vai acontecer no dia 13 de agosto, quando o Bugre comemora 40 anos do título brasileiro
Campinas, SP, 02 (AFI) – O dia 13 de agosto já está na história do Guarani Futebol Clube, pois foi quando conquistou o Campeonato Brasileiro de 1978. E, exatamente 40 anos depois, o Bugre vai decidir quais são as empresas que ajudarão a comandar o Departamento de Futebol. A Magnum/ASA Alumínios e Elenko Sports/ Dunkirk/Traffic
O departamento jurídico vai analisar as duas propostas para o processo de cogestão, que na sequência serão avaliadas pelo Conselho Deliberativo. A definição, porém, acontecerá apenas no dia 13 de agosto, quando será realizada a Assembleia de Sócios, a partir das 19 horas, no Salão Social do clube.
Na última terça-feira, em seu site oficial, o Guarani convocou “os sócios patrimoniais que são titulares há mais de um ano, maiores de 18 anos, quites com os cofres sociais e em pleno gozo de seus direitos estatuários” para votarem a favor ou contra a gestão compartilhada e, em caso de decisão a favor, escolherem a parceria.
CONFIRA ABAIXO AS DUAS PROPOSTAS
MAGNUM (Roberto Graziano) e ASA Alumínios (Felício Bragante)
– Duração de cinco anos, com possibilidade de renovação
– O Guarani receberia R$ 20 milhões para o pagamento de dívidas trabalhistas e ficaria com 10% dos recursos arrecadados durante esse período
– A representação com federações, confederações e entidades do futebol continuaria com o Guarani
– Rodrigo Pastana assumiria o departamento de futebol e a parceria seria a responsável pela palavra final em contratações, vendas e dispensas de jogadores
– A parceria assumiria o futebol profissional, semiprofissional e amador, além de ter participação no estádio, setor comercial e parte administrativa. Ou seja, o Guarani teria poder absoluto apenas na área social
NENÊ ZINI (Elenko Sports, Dunkirk e Traffic)
– A parceria ficaria com 70% dos recursos arrecadados e o Guarani com 30%
– A parceria seria responsável apenas pela gestão do futebol profissional e amador. O Guarani teria a autonomia para cuidar das outras áreas
– O Guarani tem o poder de vetar contratações, vendas e dispensas
– Quadro de funcionários – dirigentes e treinador – não sofreria alterações
– Detalhes como aporte financeiro e tempo da parceria ainda não foram definidos





































































































































