Após críticas, Abdalla, cartola da Ponte Preta, tenta resgatar a representatividade na CBF
Recebeu passe livre para negociar cotas de TV e foi reclamar (agora?) das arbitragens ruins contra a Macaca
Recebeu passe livre para negociar cotas de TV e foi reclamar (agora?) das arbitragens ruins contra a Macaca
Campinas, SP, 30 (AFI) – Criticado pela falta de representatividade na CBF, o presidente da Ponte Preta, José Armando Abdalla Júnior esteve nesta quarta (29) no Rio de Janeiro, onde passou o dia em reuniões com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e já confirmou com a entidade duas informações importantes.
A primeira é de que a Ponte Preta poderá negociar individualmente os valores que receberá por seus jogos a partir do próximo ano individualmente com as emissoras que desejar. A segunda é de que a entidade vai forçar o cumprimento dos contratos assinados entre o Esporte Interativo – que anunciou o fechamento de seus canais e a migração de parte da grade para o TNT e o Space – e os clubes.
“Estive reunido com o jurídico da CBF e fui informado sobre estas duas situações. No caso do Esporte Interativo, em sendo interesse do clube o canal terá que cumprir na íntegra o que foi acordado.
Já em relação aos jogos da Ponte, poderemos negociar individualmente as transmissões com qualquer emissora de nosso interesse, o que acho que é uma grande evolução.
Os detalhes destas notícias ainda serão discutidos conosco, inclusive com o nosso departamento jurídico”, conta Abdalla.
COM MARINHO
O presidente também esteve reunido com o Coronel Marcos Marinho, chefe do departamento de arbitragem da CBF, com quem falou pessoalmente sobre as falhas de arbitragem que prejudicaram a Ponte no dérbi do final de semana passado e a representação feita pela Ponte junto à entidade.
“Mostramos a gravidade do ocorrido e o fato de que a Ponte já havia sido prejudicada por arbitragem em outros jogos, inclusive o do Londrina na rodada anterior, e que isso é inadmissível”, pontua.
Por fim, o presidente ainda se reunirá no início da noite com Manoel Flores, diretor de competições da CBF.
“Queremos nos certificar sobre em que ponto está a produção do relatório da partida contra o Guarani e que ele irá para a auditoria da CBF, dando continuidade à denúncia que fizemos contra o dirigente da equipe adversária pelo episódio de incitação à violência”, conclui.





































































































































