Nathan estraga esquema e Ponte fica cada vez mais distante da vaga
Expulsão do volante prejudica time pontepretano na derrota em Goiânia
Nathan estraga esquema e Ponte fica cada vez mais distante da vaga
Como os clubes de Campinas jogaram no mesmo horário na noite desta terça-feira, a escolha para análise do jogo da Ponte Preta, na derrota para o Atlético Goianiense por 2 a 0, é justificada pela estreia do treinador Marcelo Chamusca, exatamente pra se constatar se alguma coisa teria mudado em relação à era João Brigatti.
Claro que o espaço igualmente está aberto para que o torcedor bugrino descreva como foi a derrota para o Goiás por 2 a 0, no Estádio Brinco de Ouro

Chamusca até tentou mudar a postura tática do time pontepretano com a escalação de apenas dois volantes – Nathan e Lucas Mineiro. Logo, do meio de campo à frente as opções foram Thiago Real, Danilo Barcelos, Júnior Santos e André Luís.
A estratégia inicial foi marcação alta para que a bola fosse ‘roubada’ no campo defensivo do time goiano, e com isso a Ponte tinha o controle do jogo.
Aí entra um dos graves problemas desse time: falta de criatividade para jogadas lúcidas.
Claudio Tencati, treinador do time goiano, sabia que precisava redobrar a vigilância sobre o atacante André Luís, certo que dos demais jogadores pontepretanos bastaria fazer o trivial na marcação.
E na primeira chegada do Atlético Goianiense em arrancada do volante Pedro Bambu pela direita, o meio-campista João Paulo finalizou e marcou aos 25 minutos.
NATHAN ESTRAGA TUDO
Não bastasse a desvantagem no placar, três minutos depois a Ponte Preta ficou com dez jogadores em campo, com a infantilidade do volante Nathan, expulso com justiça, ao cometer falta violenta quando já havia recebido o cartão amarelo.
Depois disso a Ponte Preta se desmanchou em campo, exceto em cabeçada do volante Lucas Mineiro, com defesa no reflexo do goleiro Jefferson.
Por desinformação, Chamusca escalou Danilo Barcelos, que errou quase todas as jogadas.
Há tempos cobra-se atuação convincente do atacante Júnior Santos, absorvido pela defesa adversária.
Neste cenário, sem sofrer susto, o Atlético Goianiense priorizou a administração da vantagem tocando a bola. E ainda teve chance de ampliar em finalização do atacante Renato Kayser, mas o goleiro Ivan defendeu com o pé.
O mesmo Ivan cometeu pênalti desnecessário sobre Tomaz Bastos aos 45 minutos do segundo tempo, visto que o jogador do Atlético caminhava com a bola para a linha de fundo. O próprio atleta cobrou e converteu: 2 a 0.
Pelo que se vê, se a Ponte ainda quiser apostar fichas na esperança de acesso, é imprescindível que traga um meia e atacante já para o jogo de sábado contra o fraco Sampaio Corrêa.





































































































































