Jogadores do Fluminense cobram dirigente por pagamentos e clima esquenta
Devendo cerca de R$ 9 milhões para os atletas, o dirigente Paulo Angioni foi cobrado pelos atletas após a derrota de quarta
Devendo cerca de R$ 9 milhões para os atletas, o dirigente Paulo Angioni foi cobrado pelos atletas após a derrota de quarta
Rio de Janeiro, RJ, 15 (AFI) – A fase do Fluminense não é ruim apenas dentro de campo. Na última quarta-feira, em São Paulo, após a derrota por 3 a 0 para o Palmeiras, os atletas do Tricolor fizeram cobranças a um dos dirigentes do clube pelos meses de salário e direitos de imagem que estão inadimplentes.
Paulo Angioni, diretor executivo do Flu, foi o único dirigente do clube a viajar com a delegação para o compromisso em São Paulo. Após a derrota ele compareceu no vestiário para conversar os atletas e foi cobrado. Marcos Júnior afirmou: “Apesar de eu ser teu amigo, eu vou cobrar… A gente está cansado de promessas”.
Nesta quinta-feira, dia 15, o clube carioca completou mais um mês de atraso no pagamento dos direitos de imagem. Já são cinco meses de dívida. Além disso, o clube deve dois meses de salários, referentes a setembro e outubro. A dívida tricolor já chega a quase R$ 9 milhões, o que subiria para cerca de R$ 11 milhões com os impostos.

A expectativa agora é que o salário de setembro e um ou dois meses de direitos de imagem sejam quitados até a próxima segunda-feira. O clube chegou a fazer duas “perspectivas” de pagamento antes dos jogos contra Atlético-PR e Palmeiras, que não foram quitadas. Os jogadores enxergaram isso como promessas não cumpridas.
O Fluminense também está se enrolando dentro de campo. Com apenas um gol marcado nos últimos seis jogos, o time perdeu três e empatou um dos seus quatro últimos jogos do Brasileirão, além de ter perdido o jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana para o Atlético-PR por 2 a 0.





































































































































