Queda do River mantém mundial de clubes da FIFA como fantasma argentino
Vexame do time argentino na semifinal foi o primeiro nesta fase, mas está longe de ser o primeiro na competição
Vexame do time argentino na semifinal foi o primeiro nesta fase, mas está longe de ser o primeiro na competição
Campinas, SP, 18 (AFI) – A eliminação precoce do River Plate, campeão da Libertadores, na semifinal do Mundial de Clubes, diante do Al Ain, dos Emirados Árabes, manteve a péssima escrita dos argentinos na competição organizada pela FIFA.
Apesar de ter sido a primeira queda na semifinal, os argentinos não têm sucesso na competição. Em 2000, primeira edição do Mundial feita pela FIFA, não houve participantes argentinos. O Boca Juniors foi campeão do Interclubes daquele ano, mas o da FIFA ocorreu no Brasil e foi vencido pelo Corinthians.

A competição passou a ser disputada regularmente a partir de 2005 e a estreia argentina foi com o Boca Juniors sendo vice para o Milan. Em 2009, o Estudiantes perdeu a final para o Barcelona. Em 2014, o San Lorenzo foi derrotado na decisão pelo Real Madrid. O River chegou à final em 2015 também, quando perdeu para o Barcelona.
Agora, em 2018, os Milionários perdem a vaga na decisão para o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos. Com isso, o River se torna apenas o primeiro argentino a ir ao Mundial e cair nas semifinais. Trata-se, também, do quarto sul-americano a protagonizar este vexame, repetindo o que fizeram os brasileiros Internacional, contra o Mazembe em 2010, e Atlético-MG, diante do Raja Casablanca em 2013, além do colombiano Atlético Nacional, contra o Kashima Antlers em 2016.





































































































































