Muito VAR e pouca magia: O momento do futebol brasileiro
Vivemos uma nova fase no futebol nacional com o uso da tecnologia, mas com jogos cada vez mais sem emoção
Vivemos uma nova fase no futebol nacional com o uso da tecnologia, mas com jogos cada vez mais sem emoção
Por Tiago Caetano
Campinas, SP, 15 (AFI) – Vivemos uma nova fase no futebol nacional com o uso da tecnologia no principal esporte do paÍs. Dentro de campo, muitos esquemas táticos, mas pouca magia, com a qualidade dos jogadores e do estilo de jogo rebaixado a segundo plano. Fora das quatro linhas, os técnicos preocupados em manter o emprego.
Nos últimos anos vimos as transformações de treinadores, e conceito do futebol mudar. Algumas para melhor, já outras nem tanto. Não que a modernidade não possa fazer parte desta mudança, ao contrário, é necessário. Mas estão sabendo usar esses novos elementos?
VAR
O uso do VAR veio para melhorar e deixar o futebol mais justo, porém o que estamos acompanhando é uma sucessão de equívocos, árbitros sem personalidade e, mesmo com essa ferramenta, os erros continuam existindo. Demora três vezes mais do que recomendado e falta de critérios.
CADÊ A EMOÇÃO?
Na final do campeonato Paulista, São Paulo e Corinthians não saíram do 0 a 0 na primeira partida. O Tricolor do Morumbi completou 270 minutos sem balançar as redes dos adversários. A última vez foi na partida de ida da semifinal.
Já o Timão não faz questão nenhuma de ter a posse de bola agredindo o adversário. Porque chegamos neste nível?
TIMES REATIVOS
Esta deficiência ofensiva não e só deméritos destas duas equipes. Cada vez mais temos times reativos, com poucas ideias de jogo, variação tática, e jogadores que fazem, de fato, a diferença dentro de campo.
Seria medo dos treinadores de perder seus cargos assumindo um risco de perder jogos, o que faz parte do futebol. É evidente que tornar uma equipe ofensiva traz mais riscos e com certeza dá muito trabalho para tornar a equipe competitiva.
VIVA A ARTE NO FUTEBOL
Sou muito a favor da tecnologia no esporte, principalmente no futebol, e com uma solidez tática que torne a equipe equilibrada, sendo competitiva. Mas não podemos deixar a arte do espetáculo de lado, prevalecendo o bom futebol.





































































































































