MATO-GROSSENSE: Invicto, Cuiabá empata com Operário e conquista o tri
Com a conquista, o Dourado chegou a seu nono título estadual em 18 anos de fundação
Com a conquista, o Dourado chegou a seu nono título estadual em 18 anos de fundação
Cuiabá, MT, 21 (AFI) – O Cuiabá conquistou o tricampeonato mato-grossense e agora acumula nove títulos estaduais.
Neste domingo, na Arena Pantanal, no jogo de volta da decisão, o Dourado empatou com o Operário-VG, por 2 a 2, e, como havia vencido a primeira partida por 2 a 0, se firmou como o time da hegemonia do futebol em Mato Grosso conquistando mais um título.
Não bastasse isso, o Cuiabá cravou ainda algumas marcas: o time chega ao tricampeonato de forma invicta, o atacante Caio Dantas foi o artilheiro da competição com oito gols e o seguro Victor Souza é o goleiro menos vazado com apenas cinco gols sofridos.
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O COMEÇO
Com vantagem de poder perder por um gol de diferença, o Cuiabá iniciou a partida em ritmo de treino, com toques rápidos e cadenciando o jogo. Já o Operário, precisando fazer 3 a 0, entrou com força total.
Aos nove minutos, por exemplo, o operariano Felipe Herbet perdeu um gol feito. Abner avançou pela esquerda cruzou forte e o goleiro Victor Souza defendeu para a marca do pênalti, mas ele não aproveitou o rebote, chutando fraco para a recuperação do goleiro.
Logo a seguir, o mesmo Felipe cruzou, o goleiro cuiabano espalmou para o lado, mas Alex se atrapalhou. E foi só pelo lado tricolor.
DOURADO NA FRENTE
Mesmo em toada de treino, o Cuiabá começou a controlar a partida com passes rápidos, envolvendo a defesa operariana – montada com apenas dois zagueiros – ao contrário de toda a campanha, quando ó técnico Ariel Mamede jogou com três defensores à frente da área.
De tanto pressionar, o Cuiabá chegou aos gols aos 18 minutos da primeira etapa ainda, com Marino, aproveitando um escanteio batido por Toty, em que Douglas Mendes desviou de cabeça e Marino só empurrou para as redes.
Abatido ainda com o gol, bagunçado em campo, o Operário deu espaço e Alê limpou na frente da área e fuzilou para fazer 2 a 0, aos 48 minutos, encerrando a primeira etapa.
FOI PARA CIMA
Na volta, Mamede fez três substituições logo aos dez minutos. Trocou Yan Peter por Caio, mandou a campo o atacante Peixinho no lugar do volante Alex e trocou Abner, que não vinha bem, por Bruno. O time cresceu, mas o tempo era outro adversário, já que o Cuiabá continuava mandando na partida e amarrando o jogo.
O técnico Itamar Schule fez suas alterações. Tirou Danilo, machucado, para a entrada de Werinton, e fez entrar o uruguaio Agostin Gutierrez para a saída de Valdeir. O time ganhou velocidade, mas a vantagem deixava os jogadores displicentes.
BUSCOU O EMPATE
Aos 36 minutos, Alef aproveitou a desatenção da zaga e diminuiu, escorando escanteio. Depois, o zagueiro Douglas Mendes cometeu pênalti, tomando o segundo amarelo. Felipe converteu a penalidade, aos 47 minutos da segunda etapa e empatou a partida, mas não havia tempo para mais nada.
PREPARO FÍSICO E TIME SOBRANDO
Um dos destaques do Dourado, além da qualidade técnica dos jogadores e da armação da equipe pelo técnico Itamar Shulle, foi o preparo físico do time – que começou e terminou em todo a competição. Em janeiro, o preparador, professor Gamarra, dizia que o time chegaria inteiro nas quartas de final. E não deu outra, o time voou e tornou o melhor condicionamento físico uma arma.





































































































































