Marquinho Chedid se emociona e lembra da promessa de 'não deixar o Bragantino morrer'

"O torcedor quer voltar a ver o time na ponta. Com os investimentos, vamos buscar isso", afirmou o cartola na manhã desta terça-feira

"O torcedor quer voltar a ver o time na ponta. Com os investimentos, vamos buscar isso", afirmou o cartola na manhã desta terça-feira

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São Paulo, SP, 23 (AFI) – O evento de lançamento do Red Bull Bragantino, na manhã desta terça-feira, foi marcado pela emoção de Marquinho Chedid, presidente do clube alvinegro. Durante a entrevista coletiva, realizada na sede da Red Bull, em São Paulo, ele comentou a parceria e lembrou uma promessa feita ao pai, Nabi Abi Chedid, que comandou o Massa Bruta durante boa parte do século XX.

O Futebol Interior marcou presença in loco com o repórter Gustavo Abraão Guimarães

“Tomamos essa decisão para eternizar o Bragantino. Esse é o principal objetivo. O meu pai esteve no futebol durante 50 anos, quando ele estava na UTI, um, dois dias antes de falecer, ele me pediu um favor, me pediu para não deixar o Bragantino morrer. Eu estou cumprindo essa promessa. Me sinto confortável de assumir essa parceria, pois estou cumprindo o compromisso com meu pai”, contou.

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Durante a entrevista coletiva, o cartola alvinegro foi questionado sobre como Nabi Abi Chedid reagiria ao tomar conhecimento da parceria entre Red Bull e Bragantino. Ele afirmou que a região de Bragança Paulista já abraçou o Red Bull Bragantino.

Marquinho Chedid - Foto: Gustavo Abraão Guimarães

Marquinho Chedid – Foto: Gustavo Abraão Guimarães

“Meu desejo é ver o Bragantino forte. A cidade reagiu muito. Antes, a gente tinha um limite de investimento, mas o torcedor quer ver o time bem, na parte de cima. Bragança vai sinalizar com muito carinho. O Red Bull é uma empresa séria e o Bragantino é tradição, temos revelado jogadores nos últimos anos”, destacou.

“Depois de 20 anos como presidente, chegou o momento do desapego. O torcedor quer voltar a ver o time na ponta. Com os investimentos, vamos buscar isso. O Bragantino vai se consolidar como uma grande força. Meu pai sempre foi um cara de vanguarda. O futebol muda, e meu pai sempre mudou. Temos que nos adaptar. A gente sabe que tem que ter a tradição, mas se adaptar aos novos tempo. Do contrário, vai sucumbir. Meu pai faria até mais do que eu estou fazendo”, completou.