FI faz seleção dos melhores arqueiros com passagem por Campinas no Dia do Goleiro
Guarani e Ponte Preta reuniram excelentes nomes nas respectivas histórias centenárias
Guarani e Ponte Preta reuniram excelentes nomes nas respectivas histórias centenárias
Campinas, SP, 26 (AFI) – Neste dia 26 de abril, sexta-feira, comemora-se o Dia do Goleiro. Aquele jogador que pode ser herói e vilão ao longo dos 90 minutos e quem não mede esforços para evitar a alegria máxima do futebol, o gol.
Com base em grandes camisas 1, o Futebol Interior selecionou cinco dos principais atletas da posição na história de Guarani e Ponte Preta.

VEJA A LISTA:
GUARANI
Neneca: Essencial p/ o título do Brasileiro de 1978. Deu o lançamento que originou o gol de Careca na final. Com defesas seguras, é visto c/ sinônimo de um período ímpar.
Dimas Monteiro: Fundamental na década de 80. Formou goleiros como Sidmar e Sérgio Néri. Mudou os parâmetros para a preparação de arqueiros no país. Jogou entre 1958 e 1968. Em 84, voltou ao Bugre, contratado por Beto Zini, onde trabalhou até sua morte.
Tobias: Defendeu o verde e o branco de 1968 a 1974. Vindo do Noroeste, acabou apontado por muitos como o melhor dos últimos tempos. Foi titular no primeiro jogo do Bugre pelo Campeonato Brasileiro: empate em 1 a 1 com o Nacional-AM, em Manaus, no ano de 1973.
Gléguer: Cria da base, entrou na fogueira no fim do Brasileiro de 1997 e ajudou o Bugre a evitar o rebaixamento. Disputou a titularidade com Pitarelli. Firmou-se em 99, ao levar o Guarani às quartas de final do torneio nacional. Deixou o Brinco em 2001.
Sérgio Neri: Integrado ao Guarani a partir de 1982, foi um dos protagonistas de um segundo período dourado no Bugre, iniciado no Paulistão de 1985 e finalizado com o vice estadual de 1988. No Brasileirão de 1986, foi essencial na semi contra o Atlético-MG.
PONTE PRETA
Carlos: atuou entre 1973 e 1983. É o terceiro atleta que mais vestiu a camisa alvinegra com 437 jogos. Disputou as Copas do Mundo de 1978, 1982 e 1986
Waldir Peres: Atuou entre 1970 e 1973. Depois acabou negociado com o São Paulo, onde sagrou-se Campeão Brasileiro de 1977. O camisa 1 disputou três Mundiais pela Seleção Brasileiro: 1974, 1978 e 1982. Retornou à Alvinegra em 1989.
João Brigatti: Defendeu o clube de 1985 até 1995. Foi o goleiro titular do acesso para o Campeonato Paulista em 1989. Como jogador, disputou cinco dérbis contra o Guarani, sem ganhar ou perder. É o terceiro atleta da posição com maior número de partidas (202).
Aranha: Segundo goleiro que mais atuou pela Ponte com 209 jogos – só é superado por Carlos. Foi vice-campeão paulista em 2008 e 2017. Chegou jovem ao clube depois de atuar pelo Radium, de Mococa, em parceria mantida entre 2001 e 2002, mas não atuou na base.
Sérgio Guedes: Defendeu a camisa pontepretana de 1984 a 1989 em 183 participações. É o quarto goleiro que mais vezes vestiu preto e branco. Foi o comandante técnico no vice-campeonato estadual de 2008.





































































































































