Presidente do Cruzeiro extingue cargos e cria comissão para ajustar contratos
Fabiano de Oliveira Costa, vice jurídico, e Flávio Pena, vice financeiro, terão os cargos extintos
Fabiano de Oliveira Costa, vice jurídico, e Flávio Pena, vice financeiro, terão os cargos extintos
Belo Horizonte, MG, 03 (AFI) – A denúncia de irregularidades da atual administração do Cruzeiro ainda repercute e gera consequências no clube mineiro. O presidente Wagner Antônio Pires de Sá emitiu, nesta segunda-feira à tarde, um comunicado interno direcionado a todas as unidades, gestores e colaboradores do Cruzeiro informando a extinção dos cargos de vice-presidente jurídico e vice-presidente financeiro, cargos não amparados pela legislação estatutária vigente. Além disso, ele determinou o ajuste de todos os valores de contratos.
Os vice-presidentes que terão os cargos extintos são Fabiano de Oliveira Costa, vice-presidente jurídico, e Flávio Pena, que era vice-presidente financeiro.
O presidente nomeou também o 1º vice-presidente eleito Hermínio Lemos e o 2º vice-presidente eleito Ronaldo Granata, com base no artigo 27 do Estatuto do clube, para apresentarem um plano de cargos e salários condizentes com as respectivas funções no prazo máximo de uma semana a contar da data desta segunda-feira.

A medida deverá afetar diretores administrativos, como o diretor-geral Sergio Nonato, o diretor comercial Renê Salviano e o de marketing Leandro Freitas. “Considero este ato extremamente importante para mostrar a toda comunidade cruzeirense e ao público em geral que estamos de fato direcionados a reorganizar o Clube administrativamente e caminhar para uma política de redução de custos”, afirma o presidente.
É o caso, por exemplo, dos diretores administrativos, como o diretor-geral Sergio Nonato, o diretor comercial Renê Salviano e o de marketing Leandro Freitas.
A principal denúncia (feita pelo programa Fantástico, da Rede Globo, em 26 de maio), contra a atual administração do Cruzeiro, composta pelo presidente Wagner Pires de Sá e o vice-presidente de futebol Itair Machado, diz respeito à venda no ano passado de parte dos direitos econômicos do jovem Estevão William, já chamado de “Messinho”, então com 11 anos, para pagar uma dívida com o empresário Cristiano Richard. A Lei Pelé e o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbem menores de 12 anos de possuir contratos empregatícios.





































































































































