Time que tem Daniel Alves como investidor deve ficar com vaga do RB no Paulistão
O capitão da seleção brasileira faz parte de um grupo que investe no Votuporanguense
O capitão da seleção brasileira faz parte de um grupo que investe no Votuporanguense
Votuporanga, SP, 25 (AFI) – Mais dois meses se passaram e a dúvida permanece: quem ficará com a vaga do Red Bull Brasil na Série A1 do Campeonato Paulista? Após tentativas frustradas do Audax, sob a batuta de Márcio Teixeira, e de Roberto Graziano, dono do Grupo Magnum, que arrematou o Brinco de Ouro da Princesa, estádio do Guarani, o Votuporanguense se aproximou de um acordo para ficar com o CNPJ do RB.
O Red Bull Brasil tem como política não comentar sobre nenhuma negociação, e o Votuporanguense optou pelo silêncio – assessoria nega o fato. O time vem sendo ajudado por um grupo de investidores, que tem o atual capitão da seleção brasileira, Daniel Alves, como um de seus integrantes. O jogador, no entanto, não dará ‘pitacos’ sobre decisões a ser tomadas no clube, mas estará ciente de todas as conversas.
Especula-se que o Votuporanguense irá investir R$ 15 milhões para ficar com o CNPJ do Red Bull Brasil e disputar o Campeonato Paulista. A vaga vinha sendo postulada pelo Água Santa. O time de Diadema ficou na terceira colocação no estadual, atrás apenas de Santo André e Inter de Limeira, ambos ficaram com o acesso, e ameaçou até entrar na Justiça para subir à A1.
O São Caetano, penúltimo colocado na divisão de elite do estadual, também queria, via os tribunais, permanecer na Série A1. No entanto, o time do ABC Paulista já foi avisado que terá que disputar a Série A2 em 2020.

O CASO
A briga pela vaga começou quando o Red Bull Brasil resolveu adquirir o Bragantino com um investimento de R$ 45 milhões. A oferta foi realizada a partir de uma pressão da sede do clube de bebida energética, que não vinha cumprindo com o planejamento em termos de cenário nacional.
Com isso, o Red Bull começou a disputar todos os torneios com o CNPJ do Bragantino, iniciando pelo Brasileiro da Série B. Para não entregar a vaga do Paulistão de bandeja, o RB colocou um preço ‘ilusório’ para se desfazer do CNPJ. A negociação com o Audax foi longa, mas Mário Teixeira queria parcelar o montante, o que acabou não sendo aceito.
Já Roberto Graziano teria alcançado o valor de R$ 12 milhões, o que surpreendeu muita gente. Mas tal oferta deve ter sido realizada pela instabilidade do Guarani. Fontes dizem que ele teria se arrependido da parceria feita com o Bugre.
Foi aí que apareceu o Votuporanguense. Após de lutar contra o rebaixamento na Série A2, o clube está sendo pressionado por investidores por bons resultados. Eles, inclusive, prometeram investir para poder disputar o Paulistão 2020, contando a reforma na Arena Plínio Marin.





































































































































