Presidente do Santos minimiza quebra de protocolos em encontro com Bolsonaro
O dirigente e outros funcionários do Peixe se aglomeraram, sem máscara, ao lado dos participantes da partida.
O dirigente e outros funcionários do Peixe se aglomeraram, sem máscara, ao lado dos participantes da partida.
Santos, SP, 30 (AFI) – Orlando Rollo, atual presidente do Santos, minimizou as quebras de protocolo em combate ao novo coronavírus no jogo beneficente realizado pelo ex-jogador e técnico Narciso. Na ocasião, o dirigente e outros funcionários do Peixe se aglomeraram, sem máscara, ao lado dos participantes da partida.
“É uma questão bem delicada e tem que ser abordada. Muitas mentiras e boatos rolando. Foi uma excelente oportunidade de conversar sobre o CT Rei Pelé com o presidente Bolsonaro. Isso ninguém fala, é uma grande conquista, só falam dos protocolos de covid-19”, falou o presidente, antes de completar.
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“Nessa conversa ele assegurou a intenção de encontrar um instrumento jurídico para o Santos ter o terreno de forma definitiva sem ônus para o clube. A previsão de compra é de R$ 90 milhões e o Santos não tem. Santos estava na iminência de perder o local. Com a criação do Instituto Santos de Responsabilidade Social, desenvolvemos contrapartidas sociais para a manutenção do terreno e o cancelamento do leilão da área.
CONTRAPARTIDA
Santos tem contrato vigente com o Governo Federal que nos obriga a ter contrapartida social no local. Essa reunião com o Bolsonaro foi importante. Não usei máscara mesmo, até para facilitar a comunicação com o presidente. Eu já contraí covid, doutor Mario Badures já contraiu covid, o próprio presidente já contraiu covid. O atleta João Paulo já contraiu covid. Não era um evento do Santos, o Santos cedeu espaço para o ídolo Narciso fazer o evento com fins de benemerência. E ninguém fala de mais de cinco toneladas de alimentos arrecadados”, disse Rollo.
Ele aproveitou para isentar Marinho das críticas que recebeu por ter aparecido ao lado do presidente Bolsonaro, em véspera de uma semifinal da Copa Libertadores da América, diante do Boca Juniors. Vale lembrar que o principal destaque do Santos ainda não teve covid-19.
“Jogador na hora de folga vai para o evento que ele quiser, ninguém é dono da vontade de ninguém. Existe orientação do clube? Lógico. Jogador tem que ter bom senso e pedimos para que sigam. Mas João Paulo já contraiu covid. Sobre o Marinho, é a maior mentira. Esse atleta é exemplar. Cumpriu as normas sanitárias à risca. Nem queria descer para o vestiário, queria assistir no camarote, de máscara. Só desceu rapidamente porque o presidente Bolsonaro queria conhecê-lo.
“Bolsonaro é fã. Marinho desceu de maneira rápida, com máscara, cumprimentou e saiu. Pegaram um vídeo sozinho, que tirou a máscara para facilitar a comunicação. Isso é mentira. Boato foi lançado para prejudicar o atleta e para criar tumulto. Acho perigoso lançarem às vésperas de uma semifinal informações inverídicas. Atleta Marinho tomou todas as medidas protocolares em relação ao covid. Eu estava sem máscara, mas me despedi dos atletas, não tenho mais contato físico e já tive covid. Não vejo problema nisso. Potencializaram por falta de notícia na imprensa”, falou.
REINFECÇÃO!
Sobre reinfecção, Rollo novamente tentou driblar a imprensa. “Não estou aqui para discutir ciência, até porque não tenho capacidade técnica para discutir sobre reinfecção de covid. Isso é discutido nas principais universidades do mundo. Chegaram à conclusão que pode haver reinfecção, mas nunca inferior a 90 dias. Não vou entrar na seara médica porque essa não é a minha área”, concluiu.





































































































































