Famílias das vítimas de ex-lateral do Botafogo pretendem entrar com ação judicial
O objetivo da família das vítimas é entrar com um pedido de indenização por danos morais
O objetivo das famílias das vítimas é entrar com um pedido de indenização por danos morais
Rio de Janeiro, RJ, 26 (AFI) – O caso Marcinho está muito longe de acabar. Após a confirmação da perícia, de que o ex-jogador do Botafogo estava andando entre 86 Km/h e 110 Km/h no momento em que atropelou o casal Alexandre Silva de Lima e Maria Cristina José Soares, que foram a óbito, os familiares das vítimas pretendem entrar com uma ação contra o lateral.
O objetivo das famílias das vítimas é entrar com um pedido de indenização por danos morais. Segundo informações dos advogados de Marcinho, foi feito um primeiro contato com os familiares, porém, os valores não agradaram e a proposta nem foi considerada.
RELEMBRE
Maria Cristina e Alexandre davam aulas no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, o Cefet, no Maracanã, na zona norte do Rio.
O casal havia saído para lançar flores ao mar e estava voltando para casa quando atravessou a avenida Lúcio Costa, na altura do número 17.170, e foi atropelado pelo Mini Cooper dirigido por Marcinho. O atleta, que não foi identificado na hora, fugiu e abandonou o carro na rua Hermes de Lima, também no Recreio.
O veículo está registrado em nome de uma empresa de produtos hospitalares cujo sócio é Sergio Lemos de Oliveira, pai e empresário de Marcinho. Após ser localizado e submetido a perícia, o carro foi rebocado por um guincho da seguradora até a garagem da casa do pai de Marcinho – a partir daí a Polícia Civil passou a considerar o jogador suspeito.
DEPOIMENTO FALSO
Marcinho e seu pai prestaram depoimento à Polícia Civil e o atleta admitiu que dirigia o veículo. Marcinho alegou que estava trafegando em velocidade normal, a 60 km/h, que não havia consumido bebida alcoólica e que não prestou socorro porque teve medo de ser linchado.
Assim como mentiu sobre a velocidade do veículo, Marcinho pode também ter omitido outros fatos. O delegado chegou a indicar que não havia tempo hábil para o atleta pensar em linchamento, uma vez que não diminuiu ou sequer parou o automóvel após o acidente.





































































































































