Federação tem opção de janelas na primeira quinzena de abril para jogos atrasados
Por ora, quinta e sexta rodadas estão suspensas
Federação tem opção de janelas na primeira quinzena de abril para jogos atrasados

Será que esta ameaça da FPF (Federação Paulista de Futebol) de buscar respaldo na Justiça, para manutenção de jogos do Paulistão, vai resultar em algo prático?
Até a noite desta quarta-feira nada.
Muito menos pode se prever a possibilidade de remanejamento dos jogos para o Distrito Federal e em Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
O custo para a tal logística é alto.
Quem pagaria a conta? A FPF bancaria despesas aéreas, transporte terrestre e hotel?
Clubes estão caçando cão a grito.
Além de não terem receitas de bilheteria, arcam com despesas de ambulância, brigada de incêndio, controle de doping, quadro móvel dos clubes, segurança privada e alimentação de pessoal.
Observem que para entrar em campo contra o São Bento, sábado passado, o Guarani teve uma despesa pouco superior a R$ 9.900. E seria bem maior se tivesse que pagar taxa de arbitragem e VAR, assumidos pela FPF
JANELAS EM ABRIL
Já que governo do Estado de São Paulo e Ministério Público estadual ignoraram protocolo de saúde executado pelos clubes no Paulistão, havia restado a expectativa de transferência de jogos para o Sul de Minas Gerais, mas o colapso na Saúde daquele Estado também implicou em fechamento geral.
Diante do cenário, o jeito é a FPF admitir a paralisação até o dia 30 deste mês e programar essas rodadas em atraso para os dias 7 e 14 de abril, quando não há jogos previstos no Paulistão.
Sim, alguns clubes podem ter agenda conflitando com a Copa do Brasil, mas aí cabe à CBF fazer remanejamento, ou então se programar aperto no calendário, com intervalo inferior a 66 horas de uma partida para outra.
CADÊ VOCÊ E MEMÓRIAS
Colunas que contam histórias do passado estão atualizadas em áudio.
Histórias sobre o saudoso Manoel Peçanha, o Lelé, são mostradas quer em Memória do Futebol, quer em Cadê Você, esta com versão doméstica sobre passagem dele pela Ponte Preta e cidade de Campinas
Ainda em Memórias do Futebol, abordagem sobre os 51 anos de idade do zagueiro Júnior Baiano e as suas histórias, com várias encrencas.





































































































































