Paulistão: Jorginho valoriza empate da Ponte, mas pede 'reação' contra o Ituano
No próximo domingo, às 17 horas, a Ponte recebe o Ituano no Moisés Lucarelli, pela 8ª rodada
Jorginho ainda não conseguiu dar tranquilidade ao torcedor da Ponte Preta
Campinas, SP, 18 (AFI) – Jorginho ainda não conseguiu dar tranquilidade ao torcedor da Ponte Preta. O empate em 0 a 0 com o Novorizontino não conseguiu apagar a eliminação ainda na primeira fase da Copa do Brasil e aos poucos cresce a pressão no Moisés Lucarelli. Ainda assim, o treinador destacou a entrega do elenco em Novo Horizonte e valorizou o ponto conquistado fora de casa, no estádio Jorge Ismael de Biasi, de olho na sequência do Campeonato Paulista.
“Trazer os três pontos seria o ideal e lamentamos porque tivemos um gol legítimo anulado. Mas se conseguirmos fazer bons resultados nos próximos dois jogos, em casa, esse ponto vai ser valioso.
Nós estávamos a três pontos do Red Bull, que é o segundo da chave, e com os resultados dessa rodada estamos há cinco, então ficou mais difícil, mas não impossível, até porque temos mais cinco jogos pela frente. Mas, repito, esse ponto vai se tornar importante se vencermos os jogos em casa, se não acaba não tendo relevância”.
No próximo domingo, às 17 horas, a Ponte Preta recebe o Ituano no Moisés Lucarelli, pela 8ª rodada. Jorginho deve ter todos os seus jogadores à disposição, mas provavelmente vai mexer no time titular.
“Os jogadores estão muito cansados e vamos dar um descanso necessário nesta segunda-feira a todos, aí na terça voltamos a treinar para organizar a equipe. Precisamos de melhor nossa saída de bola, que é fundamental, mas pra isso precisamos de muito treinamento, de personalidade para jogar, fazer muitas repetições para que a coisa aconteça”.

MAIS ENTREGA
Jorginho ainda fechou a entrevista pedindo aos jogadores para manter a ‘entrega’.
“Tivemos uma ótima postura, se tivéssemos entrado com esse nível de competitividade contra o Aparecidense na Copa do Brasil, por exemplo, com certeza o resultado lá teria sido diferente.
É preciso ressaltar que fomos para Novo Horizonte taticamente organizados, trabalhamos bastante para envolve-los no campo deles, mas em virtude da chuva e do gramado não teve condições para isso. Era quase impossível fazer movimentação tática em meio a tanta água”.





































































































































