Série B: Treinador do Guarani despista sobre risco de demissão

Vinícius Eutrópio lembrou que comandou o Bugre em apenas seis jogos e vê evolução no trabalho realizado

Vinícius Eutrópio lembrou que comandou o Bugre em apenas seis jogos e vê evolução no trabalho realizado

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Campinas, SP, 06 (AFI) – A situação de Vinícius Eutrópio não é nada confortável no Guarani. Com o trabalho questionado por parte da diretoria, o treinador corre o risco de ser demitido em caso de derrota para o Atlético-GO, nesta quinta-feira, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

Em entrevista coletiva concedida antes da viagem para Goiânia, Vinícius Eutrópio bem que tentou falar sobre o próximo jogo do Bugre, mas as perguntas sobre se futuro no clube era frequentes. Apesar de não se aprofundar no assunto, o treinador tentou se defender lembrando que comandou o time em apenas seis jogos.

Vinícius Eutrópio tentou se defender do seu trabalho realizado até aqui no Guarani

Vinícius Eutrópio tentou se defender do seu trabalho realizado até aqui no Guarani

“Eu tenho que trabalhar em cima do que foi pedido. No futebol mundial, o mínimo que um treinador trabalha são seis meses. E estamos falando de seis jogos. Então qualquer resposta que eu dê para vocês é incoerente, porque o futebol brasileiro é incoerente”, disse Vinícius Eutrópio, que apontou alguns problemas encontrados, mas mostrou confiança no trabalho desenvolvido:

“Desde que eu cheguei, tivemos 20 entradas e saídas de jogadores. Estamos mudando positivamente a postura da equipe, que era mais passiva e agora é mais aguerrida. A gente tem feito várias ações nesses seis jogos, mas no futebol a coisa não caminha de um dia para o outro”, finalizou.

FALTA DE RESULTADOS
Apesar de ver evolução no futebol apresentado pelo Guarani nas rodadas iniciais da Série B, Vinícius Eutrópio depende de melhores resultados, tanto que, no início da semana, o superintendente de futebol Fumagalli precisou vir a público bancar sua permanência.

No entanto, notícias dão conta que outros membros da diretoria estariam observando outros nomes, como o de Gilson Kleina, atualmente no Criciúma.

Sem ganhar há três jogos e vindo de duas derrotas seguidas, o Bugre abre a zona de rebaixamento da Série B, com apenas cinco pontos somados em seis rodadas.